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SIRESP – GESTÃO DE REDES DIGITAIS DE SEGURANÇA E EMERGÊNCIA S.A. 2006

Data 4 de Junho de 2006

GABINETE DE ESTUDOS E DE PLANEAMENTO DE INSTALAÇÕES DO
MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA
E
SIRESP -GESTÃO DE REDES DIGITAIS DE SEGURANÇA
E EMERGÊNCIA S.A.

 

CONTRATO

Relativo àconcepçào, projecto, fomecimerito, rnontagem, construçâo, gestào e manutençâo do
SIRES)’

 

Lin kiate rs

Avenida Fontes Pereira de Melo, 14-159
1050-121 Uisboa, Portugal

Teletone (351) 21 864 0000
Telefax (351) 21 884 00 01

Rlef PSV

A06428974

Gontrato
RelatIvo à concepçio, projecto, fomecimento, montagem, construçâo, gestia e

 

manutençio de um Sistema Integrado de tocnologla trunklng digital para a
Rada de Emergéncla e Segurança de Portugal

2 Documentaçâo que rege o Contrato, sua lnterpretaçâo e lntegraç&o 10

………………
3 Objecto do Contrato ………………………………………………..

 

12
4 Sedeeobjeoto social …………………………………13

«……………………………..

 

t Capital social efundos prOprios………………..-……………………………. ……….13
6 Estrutura sooietâra……………………………………………………………………. 13
7 Eusâo, cleflo edlssoluçâo …………………………………………………………….–14
8 Outras obrlgaçôes da Operadora eda Entidade Gestora… … ………………………. 14
9 Ttulriddedos bans, equlparnentos e Infra-estruturas………………………………… 15
10 Opç&o………………………………………………………………………………….. 18
11 Financiarnento,do SiRESP ……………………………………………….. …………… 17
12 Pagarnentos aetectuar pela Entidade Gestora ………………………………… …….. 17
13 Cauç&o ……………………………………………………………………………….. 20

 

14 Responsablildade da Operadora…………………………………………. …….. ……. 20
15 Seguros ……………………………………………………………….. …………… 21
16 Inoumprimento da Operadora e multas contratuals…………………………………….. 22
17 Força Malor……………….. 23

 

-……………………………………………………….
18 Prazo do Contrato…………………………………………………………………….. 25
19 Fundamentos de rescisào ………………………………………………………………..

 

2
20 Consequéncias da roscialo ……………………………………………………………

26

21

Denûncia do Contrato por motivo de interesse pdbllco…………….. ……………… 26
22 Requlsfç&o…. ………………………………………………………………. ……… 27

 

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2

 

23 Cessâo e oneraçâo do Contrato,………………….-…….–………………………. 27
24 Assuflçâo do risco…………………………………………………………………….. 27
25 Reposiçâo do equilf’br!o financeiro ……………………………………………………..

 

27
26 Execuçâo do fomecimnento emontagem ……………… …………………………………. 29
27 Paseamento dos trabaihos…………………………………………………………….. 29
28 Entrada em Serviço…………………………………………………………………… 30
29 Planeamento de gestâo do projeoto……………………………………………………. 30
30 Local$ de Instalaçâo……………………………………………………………………. 31

 

t31
Caracteristicas e Requishos do Sistema edos Equlpamentos………………………….. 32
32 EIaboraçâo de estudos e projectos ……………………………………………………. 32
33 Fomecimento emontagem. …………………………………………………………… 33
34 Formaçâo ……………………………………………………………………………… s3
35 Ensalos eProvas ………………….34

 

»……………………………………………………
36 Recepçâo……………………………………………………………. ………………. 34
37 Documentaçào…………………………….. 35

 

…………………………………………..
38 Prtncfpios eobrigaçôes de exploraçào ………………… 35

 

……………………………
39 Gestâo eManutençào……………………………………. 35

 

-…………………………..

 

40 Martaia de Gestâo e Manutençao……………………………………………………… 36

 

41 flegisto de dadas de tréfego ………….-….. ……..-………………………………….. 36

 

42 Disponibilidade do SIAESP ……………………………………………………………..

 

3

43 Desempenho da Operadora equalidade da oferta……………………………………… 37
44 Fiscalizaçào…………… ………………………………..

 

…………………………… 37

 

45 Gestor do Projecto por parte da Operadora ……………………………………………..

 

38

46 Gestor do Projecto por parte da Entidade Gestora……………………………………… 38

 

47 Relatôrlo Anuai………………………………………………………………. »………. 38

 

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3

 

48 Dîreitos de Propriiedade Industriel …………………………………….. ………..,……..38
49 Sigilo……………………………………………………………………………………… 39
50 Côpia do software ………………… …………………………………………………. 40
51 Disposiçbes diversas…………………………………………………………………… 40
52 Comunicaçôes……………………………. ………………………………………….. 40
53 Direito aplicâvel………………………. ……………………………………………….. 41
54 Resoluçâo de diferendos……………………..-……………………………………….. 41

 

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4

 

Contrato

Relativo à cancepçéo, projecto, fomnecimento, montagem, construçia, gestia e
manutençia de umn Sistema Integrada de tecriolagla trunkldng digital para a
Rode de Emergêncla e Segurança de Portugal

Entre:

<1>
GABINETE DE ESTUDOS E DE PL.ANEAJVENTO DE INsTAL.AçÔES DO MINISTÉRI O
DA ADMINISTRAçÂO INTERNA, alto na Rua Martens Ferrào n.11 11, Lisboa, Pessoa
Colectiva nu 600026442, Decreto Reguiarnentar n9 68/87, de 31.12.1987 (I Séria), neste
acta representada par Eduardo Elisia Silva Paralta Felo, na qualidade de Director,
doravarîte abreviadamante dasignado coma “Entidade Gestora”;
(2)
SIRESP -GESTÂO DE REDES DIGITAIS DE SEGURANÇA E EMERGÉNCIA S.A. comn
soad sciai na Avenida da Repûblica, n.0 53, freguesia de Nasse Sanhora de Pétima,
canceiho de Uisboa, corn o capital social de C 50.000,00, registada na Conservatdrla do
Regista Comercial de Lisboa sob o n.9 15225, pesaca colective n9 506 804 917, neste acta
represantadla par Pedro Rafeel Boniféclo Vftor ne qualidade de Presidente do Conseiho de
Administraçâo e Manuel de Andrade Lapo de Carvaiho, na qualidade de Administradar,
doravente abreviadamente designada coma 0Operadora”
EConsiderando que:

(A>
Atravès des Resoluçbes do Conseiho de Ministros n.9 2612002, de 5 de Fevereiro, a n.91
56/2003, de 8 de ArIl, loram estabeleoidas as candiçbes de instalaçào do Sistemna
Integrada das Rodes de Emergência e Sagurençe de Portugal (SIRESP), cancebido como
uma rade nacional Onica, em teonologie trunking digital, partithada, que perrnitlr4, ern case
de emergência, e centralîzaçâo do comando e de coordenaçào das dîversas forças e

(J) serviços de segurença;
(B)
A particular camplexidade e especificidade da cafltrataçào do SIRESP face aa interesse
pûblico arn presença, que envolve interesses essenciais de sagurançe do Estado
Partuguès, aconselhou a que fosse adoptado, para a sua contrataç&o, um procedîmento
excepcionai, oc abrigo da aifnaa 1)do n.9 1 e do n.1 2 do artigo 77.9 do Decreto-Lel n.0
197/99, de 8de .iunha;
(C>
Por outro lado, face ao objecta do procedimento e ès caracterfstices do contrato acelebrar,

o proacdimento foi delineado tendo arn conta o Dacreto-Lai n.9 86/2003, de 26 de Abril,
diplomna que define as normas aplicâveis ès Parcerias Pûblico-Privadas;
(D)
As candiçbes de lançernento da Perceria faram aprovadas polo Daspacho Conjunito n.9
734/2003, da 9 de .Julho, tendo sido convidadas a apresentar proposta cinco entidades
idâneas ecomn capacidada téonica, econômica efinanceira reconhecidas, sendo da reaiçar
que as masmas asgatamn o universo dos fabricantes de infra astruturas de rade trunking
digital passîveis de utilizaçào palas Forças de Segurança dos pafssas signatârios do Acordo
de Schengen, a saber: aSiamens, aEADS, aOIE, a Nokia e a Motorola;

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(E)
No dia 16 de Setembro de 2003 procedeu-se à reallzaçào do Acto de Abertura das
propostas, nos termos do Ponta 19 do Programa de Procedirnento, tendo-se constatado
apenas ter sido recebida uma proposta, entregue pelo Consôrclo composto pelas empresas
Motorola, Inc.; PT Ventures, SGPS, S.A.; SLN -Sociedade Lusa de Negôcios, SGPS, S.A;
Datacomp -Sistemas de Informética, S.A. e Esegur -Empresa de Segurança, S.A.;
(F)
Finda a avaltaçâo eatase de negociaçào da proposta, nio âmbito do referido procedimento,
a Operadora foi desîgnada adjudicatârla atravôs da Resoluçào do Conseiho de Ministros n.1
74/2006, de 18 de Malo,
Écelebrado de boa fé o presente Contrato, que se regerâ pelas Cléusulas seguintes:

Capitulo I

tDisposlçôesgri

1 DefinIçôes

1.1
No presente Contrato, as palavras eexpressbes abaixo referidas terâo o significado
que a seguir Ihes é atribuldo, salvo se do contexto em que sAc empregues
claramente resultar sentido diferente:
“Aceltaçia FInal” coincide corn a Aceitaçâo Provisôria da Oltima das Subiases

definidas no Anlexo 15;

“Aceltaçia Prcvlsôrla” signffica oactoamer que culminamn as Provas de Recepçào,
que se traduziré na elaboraç&o de umn auto de aceitaçào e na Entrada eam Serviço
de um equipamento ou conjunto de equipamentos;

“Acordo de Subscrlçâo e Reallzaçio do Capital” significa o acordo subsorito pela

Operadora e pelos membros do Agrupamento Adjudicatérlo, enquanto seus
accionistas, relativo à subscriçào e realizaçào de capital da Operadora à

Lt.)
realîzaçâo de prestaçbes acessârias eempréstimos subordinados;

eAcordo Dîrecta” significa o acordo celebrado entre a Entidade Gestora e a
Operadora e as entidades por esta suboontratadas, corn excepçâo das Entidades
Financiadoras, detinindo os fermas e condiçôas amn que a Entidade Gestora tomn o
direito, de Intervir no Anibito dos subcontratos constantes dos Anexos 13, 14, 30,
31, 40 e41;

“Acordo Parassoclal” significa oacordo parassocial da Operadora:

“Adjudîcatdrlo)” ou “Agrupamnenta Adjudîcatârla” signlfica o agrupamento
proponente que vain a ser escoihido para celebrar o Contrato, no final do
Procedimento enos termos da respectiva Proposta;

“Caso Base” significa as projecçôes financeiras que constam do Anexo 12 e
qualquer afteraçâo ou substitufçâo des mesmnas an abrfgo do Contrato;

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6

“Casa Base Revista” signifIca, em cada mornento, o Caso Base revisto,
designadamente, pela evoluçâo histôrica des activîdades de exploraç&o e
investimento e pelo piano de investîmentos futuros;

uContrato” significa opresente contrato;

“Contratos de Flnanclamento” significa os contratos celebrados entre as
Entidadas Flnancladoras e a Operadora que tâm par objecta o financiamento des
actMdicades integradas no objecta do Contrato;

«Entldade Gestrara
significa aentidade pûblica designada para celebrar o Contrato

par parte do Estado eque f icarg responsâvel pela gestào eexploraçào do SIRESP;

“Entidades Ftnanoladoras” significa as instituiçôes de crédite que financiami o
desenvolvimento das actM\dades objecta do Contrato, nos termes dos Contratos de
Financiamento;

g
g
“Entidades UtIlizadoras” significa as entidades que irâo utilizar, de forma

parilihada, oSIRESP, mediante acordo a celebrar comn a Entidade Gestora;
“Entrada em Serviço” significa (1)no case de se referir a cade urne das Fases ou
Subfases do Perlodo de Concretizaçâo idientiflicadlas na Anexo 15, o momento em

que se vernfies a Aceltaçâo Provisâria de ta[ Fase ou Subfase; (il) no caso de se
referir àTotalidade do SIRESP, omomento em que se verifica aAceltaçâo Final;

“EspecMfcaçôes Técnlcas” signfifca as especflicaç6es constantes da Anexo 6 ao
presente Contrato;

“EstabelecImento” significa a conjunto de direitos, de bens corpôreos e
incorpôreos e de pasiç6es Jurfdicas de que a Operadora soej titular e que se
mastram necessârios ao funcionamento do SIRESP, incluindo, nomeadamente, as
Estaçbes base e os centros de despacho do SIRES? e Iodas as obras,
apareihagens e acessôrios utilizados para a gestào e operaçâo do SIRESP, bemn
corne as instaîaçôes, equipamentos equaisquer bers ligados às referidas gestâo e
operaçào que pertençamn à Operadora ou que estejam afectos a qualquer autro
tftulo, ao funcionamento do SIRESP, bern como as posiçaes contratuais que a

j
Operadora tem nios subcontratos constantes dos Anexos 13, 14, 30, 31, 40 e 41 ou
nos contratos que venha a celebrar nos termos da Clâusula 9.6;

“Estaçia base” significa um equipamento EBTS ou MBTS e o respective sisterna
de antenias;

“Estatutos” significa pacto social de Operadora, tai corne aprovadlo pela Entidade
Gestora eque consta do Anexo 3;

“ETSI” significa o European Telecommunicatfons Standards Institute;

“Faiha de Desempenho” significa a faite de qualidade do sistema, nos termes e
dentro dos parâmetros previstos no Anexo 29, que origine uma deduçào ao
pagamento, nos termes definidos no mesmo Anexo;

“Faiha de Olsponlblhldade” significa a faite de disponibilidade do sistema, nos
termes e dentre dos parârnetros previstes f0 Anexo 29, que origina urne deduçâo
ao pagamento. nos termes do mesmo Anexo;

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7

 

-~

e

k.)

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TaPes signht(ca code urne. das etapas ern que se decomp6e o Perlodlo de

Concretizaçào, identificacdes no Anexo 15;

9IPC” significa indice de preços no consurnidor, do Gontinente semn habitaçie,

publicado polo fl’E no mAs imediatamente enterior eo mAs de infcio de coda ana

civil;

“Manutençlo” significa o conjunto de acçôes, abrangendo acçâes de gestào e
acçôes técnicas, que tOm por objectivo reduzir o risco de avarias nos diversos
componentes do SIRESP (MManutençâio Preventiva”) ou, quando se verifica urne
avarie, repor o componente avariedo numn estado operacional correspondents às
suas caracter(sticas téonicas originels (“Man utençia Correctiva”);

“Opemadara” significas a sociedade constltufda pelo Adjudicetâria que seré

responsàvel pela irnplementaçào eexpioreç4o do SIRESP;

“Peorido de Concretlza#ào” significa operl’odo de execuçio do Contreto no quai a
Operadora desenvolve todas actividades nacessârias à Entrada arn Serviço de
Totatidade do SIRESP;

uPerfada de Gestâo e Manutençia” signiftee o perfodo de execuçâo do Contrato
no quai a Operadora desenvolve todas as actividades ineranes à gestâo e
Manutençia do SIRESP;

“Procedimenta” signifies o procedimento de formaçào do Contrato;

“Proposte” significas a proposta apresentadia pelo Adjudicatérto no êrnbito do
Procedimento tai corno resultar de fase de negociaçôes havidla no Ambito de tai
Procedirnento, nos termos das respectives actas;

“Proves de Recepçâo” signiftee o conjunto de provas destinadas a aterir a
desempenho de urn determinado equipamento ou conjunto de equiparnentos, tendo
arn viste averifficaçào do cumprimento des suas especificaçâes de funcionamnento;

“Registos de Cefllflcaçio de Equlpamentos” significa o documenta ou
docurnentas arn que constarn os registos dos resultados obtidos arn coed ensaio ou

~prova de recepçâo a que o equipamento foi subrnetido, designadamente nos
ensalos de produçào, ensaios arn fâbrica e Proves de Recepçâo no local de
instaiaçâo;

“SIRESP” ou eSîstema” significa o Sistema Integrado dos fledes de Emergêncie e

Segurança de Portugal;

“Sites” signitice os loceis utilizados para ainstalaç&o de Estaçbes base;

“Sublase” sîgnifica cada urne des etapas arn que se decornpde cada urne des

Fases, identificadas no Anexo 15;

T

“Subslstemnasignifica o Subsistema de gestâo, de rédio, de despacho, de
transmissào, aplicacional e de testes, compreendendo coda um deies o conjunto
oneronte de equlpamentos ou autres componentes que, integrados ne estnatura do
SIRESPI desempenham uma funçâo especîfica;

“Tonna do Contrato” significe a extinçào do Contrato, quaiquer que seje o rmotivo

que Ihe dé ceusa;

8

 

“TotaIIdade do Sietema” au “TotaIIdade do SIRESP» signifies,o corjunto,de todos
as Subsistemas e equipamentos requeridos para constituir a soluçâo constante da
Proposta. nos terrnos referidas no Anexo 6;

“Utilizadores” significa os elementos pertencentes ès Entidades Utilizadoras que
utillzarào terminais compatfveis comn autilizaçâo do SIRESP;

‘Valor do Nogéalo” significa, em cada mamento, o resultada obtida a partir da
aplioaçâo seguinte fdrmula:

VN =VC +Dt±FM,
Em que:

 

t
Indice referente so momento de càlculo do VN eque corresponderà aa nmarera
de dias acumulados entre adata de Infala do contrato e a data de câlculo.

 

VCt
O valor de cornpensaçào a assegurar aos Acolonistas na data de célculo do
VN, eque corresponderà a um valor ta] que, tendo em oonsideraçào os fluxas
acelonîstas efectivamente vertficados na passada, praporcione uma TIR
Accionista igual à obtida no Caso Base Revisto.

 

Algebricamente, este valor de compensaçâo corresponderà ao valor queresultar da resaluçâo da seguinte equaçâo:

Fluxo Acciorfista. VÇ
‘o(+TIf 4 (+IR)lTM

Ern
que:

*
idà igual ao n.91de dias acumulados entre adata de inhala do contrato e
a data de realizaçâa do fluxa accionista;
*
TIR: Taxa Interna de Rentabilidade Acclonista do Casa Base Revi!sto,
calculada para atotalidade do praza do Contrato;

Fluxa Accianista: os fluxas investtdas e recebidos pelas acclonistas
até à data de càlculo do VN, isto é, os valores efectivos dos fluxas

considerados para o càlcula da TIR Acclonista do Casa Base Revisto,
eque corresponderâa àsaona de:
-Capital Social realizada;
-Prestaçbes Acessàrias realizadas;
-Prestaç6es Suplementares realizadlas;
-Aurnentas/Reforços de Dfvida Subardinada de Accionistas;

 

-Utilizaçbes

de «Stand-by» Accianista;

..decluzido de:
-Restltuîçôeas de Prestaçôes Acessôrlas/SupIementares;
-Restltuiçbes de IDfvda Subordinada de Accianistas;
-Juras de Dfvida Subardinada de Accianistas recebidos;
-Reembolsos de «Stand-by» Accionista utilizada;
-Juras deeStand-byt Accionista recebidos:
-DMvdendos recebidos.

D,
Valar de Balanço do Passiva Financeiro auditado na data de càicula.

A0642W94

FM,
Diferença entre oActivo Circulante e o Passiva Corrente nào Financeiro
(rubricas cash) registado no Balança auditado dia Operadora na data de

câlculo.

1.2
As palavras ou expressôes empregues n0 singular comportarn o mesmo significado
quando utilizadas no plural, evice-versa.
1.3
As referências a Clàusulas, Nûmeros ou Anexos implicarn referência a clâusulas,
nt2meros ou anlexos do presente Contrato, salvo referência expressa em contrârlo.
2 Documentaçia que rege a Cantrata, sua interpretaçioae Integraçia

-.

2.1
O Contrato reger-se-à pelo seu clausulado e pelos seus Anexos e respectivos
Apêndices nele expressamente referidos.
2.2
Cansthtuem anexos ao Contrato:
2.2.1
Anexo 1: Compramisso de confidencialîdade;
2.22 Anexo 2: Acordo de Subscriçâo eRealizaçào de Capital;
2.2-3 Anexo 3: Estatutos dia Operadara do SIRESP;
2.2.4
Anexa 4. Acordo Parassocial;
2.2.5
Anexa 5: ldentlfioaçâa dos bens, equipamentos esistemas que constttuern
o SIAESP;
2.2.6
Anexo 6: Especifioaçôes Técnicas;
2.2.7
Anlexa 7: Contrato de Opçâa;
2.2.8
Anexa 8: Contratos de Financiamento;
2.2.9 Anexo 9: Remuneraçâo dia Operadora:
C)2-2.10 Anexo 10: Câpia dia Garantia Bancâria prestadla pela Operadora;
2.211
Anexa 11: Seguros;
2.2.12
Anexo 12: Caso Base;
2.2.13
Anexa 13: Contrato de Famecîmento do Sistema TETRA;
2.2.14
Anexa 14: Contrato die Concepçâo, Desenvolvimento elmplementaçào do
Sistema de lnformaçâo;
2.2.15
Anexo 15: Faseamento dos trabaîhos de implemientaçào do SIRESP e
datas de Entrada em Serviço;
2.2.16
Anexa 16: Princfpios subjacentes à integraçào da rede de comunicaçôes
cie emergência da CIVL;
2.2.17
Anexa 17: Principios subjacentes aa protocolo a celebrar entre a Entidacie
Gestora, aOperadora e a Regiâo Autânoma da Madeira;
2.a-1
Anexa 18: Piano preliminar de gestàa cio projecto;

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10

 

2.2.19 Anexo 19: Piano de gastâo do projacto;
2.2.2o Anexo 20: Procedimento de acoitçâo do Sistema;
2.2.21 Anexo 21: Locais disporilbilizados pela Entidade Gestora;
2.2.22 Anexo 22.: Piano de Pormaçao;
2a223 Anexa 23: Ensalos eproves de Recepçào;
2.2.24 Anexa 24: Documentaç&o;
2.2.5 Anexo 25: Help Desk;
2.2.28 Anexo 26: Gravaçâo de grupos de conversaç&o ràdio e das comunicaçôes
telefônicas relatives ao nûrnero nacionial de amergência (112);
2.2.27 Anexa 27: Gestào de alarmes de logo e intrus&o;
2.228 Anexo 28: [nio utilizadlo];
2.2.29 Anexo 29: Procedimento de aferiçâo das deduçêes por Faihas de
Disponibilidade epor Faihas de Desernpenho;
2.2.30 Anexo 30: Contrato de Gestâo e ManLztençâo do Sistama de lnformaçâo;
2.231 Anexo 31: Contrato de Gestào eManutençâo do Sistema Tetra;
2.2.32 Anexo 32: Acordo Directo referente ao Contrato de Fomecimento do
Sistema TETRA;
2.2.33 Anexo 33: Acordo Directo refarente ao Contrato cie Concepçâo,
Desenvolvimento e Implementaç&o do Sisterna de Intormaçân;
2.2.34 Anexo 34: Acordo Directo referente ao, Contrato de Manutençâo do
Sistema de Intormaçâo;
2.2.35 Anexa 35: Acordo Directo referente ao Contrato de Gestâo e Manutançâo
cio Sistena Tetra;
Q 2.2.36 Anexo 36: Acordo Directo des Entidades Pinanciadoras coni a Entidade
Gestora;
2.2-37 Anexo 37: Estrutura Accionista;
2.2.38 Anexo 38: Bens e equipamentos afectos à infra-estrutura das rades de
comunicaçâo de PSP de Coimbra edo Porto;
2.2.39 Anexo 39: Remodelaçbes por adiçia de Hardware e Upgrades do
Software;
2.2.40 Anexo 40: Contrato de Prestaçâo de Serviços Associados à Rade de
Circultos para o SIRESP -Sistama Integrado para as Rodes de
Ernergência e Segurartça de Portugal;
22.41 Anexo 41: Contrato de Cedência de Espaças ede Prestaçâo de Servîços;
2.2.42 Anexo 42: Acordo de Coorderiaçào;
2.P-43 Anexo 43: Critàrios chave;

AD 6428974

2.244
Anexo 44:» Acordo Directe referente ao Contrato, de Prestaçàa de Serviços
Assaclados à Rade de Circuftos para o SIRESP -Sistema Integrado para
as Redes de Emergência e Segurança de Portugal;
2.2.4s
-Anexa 45: Acordo Directo referente ao Contrato de Cedência de Espaças;

2.2.48
Anexo 46: Preçârlo do Servîço de Circultos Alugados da PT
Camnunicaçôes publicado, definido e autorizada pelo ICP-ANACOM à data
da assînatura do Contrato.
2.3
A substituiçia, moditicaçào ou resoisâo dos centratos ou acordos referidas nos
Nûmeros anteriores, barn como a celebraçâo pela Operadora de qualquer negâclo
jurfdîco que tenha par objecta as matérias ai’ reguladas, carece de aprovaçâo prévia
da Entidade Gestora, sem pre]ufzo do dispasto no Anexo 36.
2.4
AOperadora nào pode opor à Entidade Gestora quaisquer excepçbes ou moeos de
defesa que resultem das relaçdes contratuais pot si estabelacidas nos contratas e
acordos releridos no Nômero precedente ou ern qualquer outre, permanecondo
responsével perante a Entidade Gestora pela desenvoMvmento das actMvdades
suboontratadas e polo cabal cumphriento das obrigaçôes assumidas no Contrato,
independentemente das subcontrataçôes efectuadas, e sem prejuizo das
obrigaçbes e responsablfldades eventualmente assumidas parante a Entidade
Gestora pelas entidades suboantratadas.
2.5
Qualquer autorizaçâo ou aprovaçâo da Entidlade Gestora nào pode set
infundadamente recusada, ficando a Entidlade Gestora especiticamnente abrigada a
fundamentar qualquer decisào dessa natureza.
Capitula Il

Objecta e âmblto do Contrato

3 Objecta do Contrata

O3.1 O Contrato term par objecta a cancepçâa, oprojecto, ofomnecimento, a montagern, a
QV canstruçâo, agestâo ea Manutençào do SIRESP, assegurando todas as funçôos e
objectivas definidos na presente Contralo, conforme constantes do Anexo 6.

3.2 Compreendem-se no objecta do Contrato as seguintes actMvdades:
3.2-1
A concepçâo, desenvolvimento, fornecimento, instalaçâo, ensaloae
colooaçâ.n amn serviça de todos os Subsistemas requeridos para constituir a
soluçâo constante de Proposta;

3.2.2
O fomecimento, instalaçào e lmplementaçào dos suportes légicos
necessérios à exploraçflo do SIRESP, de acardo com a so1uçâ.o constante
de Proposta:
3.2.3
A adaptaçflo ou a construçào de instalaçees eventualmente requeridas
para aimplementaçâo do SIRESP;
3.2-4
A prestaçào de assistância téonica nos Periodas de Concretlzaç&o a de
Gestâo e Manutençào do SIRESP:

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12

 

31.5
A realizaçân de lormaçat e apolo técnico local, de acordlo cern o d0scrito
no Anexo 22, à Entidade Gestoma e, sob solicttaçâo desta, às Entidades
Utîlizadaras do Sîstema:
3.2.6
Aelaboraçâo e fomecimento da documentaçào téonica necessàrta para a
gastâo e utilizaçào do Sistemna propasto;
3Z27
A Manutençia do Sistema.

Capitula III

Da Operadora

4 Sede e objecta soclia

4.1
A Operadora deverà manter, durante todo o parfodo de duraçào do Contrato,
a
forma de socledade anânima e a sede arn Portugal.

4.2
AOperadara tom par objecta social exclusivo, durante todao o perlodo de duraçâa do
Contrata, aexerctcio des actividades abrangîdas pela Cantrato.
5 Capital social e fundos prôprIas

5.1
O capital social da Operadora, integraimenta subscrito e realizado, ô de £
650.000,00 (cinquenta mil auras).
5.2
O capital social da Operadara, as prestaçbes aceasârias respectivas e os
empréstimos subardinadas deverào, a todo o tempo, respeitar os termos,
montantes, prazos e condiçôes constantes do Acordo de Subscrlçâo e Realizaçào
de Capital constante do Anaxo 2.
t
t
5.3 AOperadara obriga-se a manter a Entidade Gestara permanentemente infarmada
sabre o cumprimento do Acordo de Subscriçàa e de Reaiizaçàa de Capital
constante do Anexo 2, indicando-Ihe nomeadamente se as entradas de fundos noel
cantempiadas forarn integralmante realîzadas ou, rfa osanda, quai amontante arn
falta eaparte faitasa.

5.4
AOperadora nào poderé proceder à reduçâo do seu capital social durante toda o
perfodo de duraçâo do Contrata sem que, para além do dispasto no Côdigo das
Sociedades Camerclias, soej obtida prévia autorîzaçàa da Entidade Gestora.
5.5
Nos casas previstos no Nûmera anterior, a Operadora deverâ notfficar a Entidade
Gastara das altaraçdes pretendidas para que esta se pronuncie no prazo méximo
de 30 (trinta) dias, findo o quai, na ausência de resposta, as mesmas se
considerarâa tacitarnente aLitorizadas.
B Estrutura societérla

6.1
Salvo autorizaçào prévia e expressa arn contràrlo da Entidade Gestora, os
membros do Agruparnento Adjudicatârlo deterâo, ao longo de todo a parlodo, de
duraçàa do Contrato e a todo o tempo, o domfnilo da Operadora, nas termas
previstas no artigo 4 8 6g1 do Cddiga das Sociedades Camerciais.
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6.2
Atransmissào de acçôes da Operadora é proibida até estar decarrido o prazo de 1
(um) ano a conter da data de Entrada em Serviço da Totalidade do SIRESP, salvo
prévia autorlzaçàa expressa da Entidade Gestora.
6.3
Decorridoc o prazo previsto no Nûmero antecedente, e sempre mediante prévia e
expressa autori.zaçâo da Entidade Gestora, poderâo os membros do Agrupamento
Adjudioat4rlo alterar as suas posiçdes relativas no capital da Operadora, barm coma
ceder aterceiros acçôes da Operadora.
6.4
Para além dos casas previstos nios Nùmeros antecedentes, ô nula e de nenhum
efeito qualquer alienaçâo ou oneraçâo por parte dos membros do Agrupamento
Adjudicatérlo, na sua qualidade de accionistas, des acçdes da Operadora ou dos
direitos de vota Inerentes sem a prévia autorfzaçâo expressa da Entidade Gestora,
salvo a oneraçâo ou alienaçâo de acçbes nos termes previstos nos Cantratos de
Financlamento, as quais deverBo, em todos os casos, ser comunicadas à Entidade
Gestora no prazo de 30 (trinta) dias a conter da data em que ocorram, através da
entrega de côpla certif icada do documenta que fonrnaiiza a oneraçâo ou alienaçâo
e
~e, bem assim, de informaçâo detaihada sobre quaisquer outros terrnas econdiçbes
que forem estabelecidas, igualmente nos termes previstos nos Contratos de
Financ tam ento.

6.5
As acçbes ernitidas pela Operadora sâa obrigatoriamente nominativas ao longe de
Iode o perfodlo de duraçâo do Contrato.
6.6
Deverâo set oblecto de autorlzaçào prèvia da Entidade Gestora quaisquer
alteraç6es aos Estatutos ou ao Acorde Parassoclal que constttuamn modlficaçào das
regras de capitallzaçâe ou de controlo da Operadora.
6.7
Nos casas previstos na Nûmero anterfor, a Operadora deveré notificar a Entidade
Gestora das alteraçôes pretendidas para que esta se pronuncie no prazo méxîimo
de 30 (trinta) dias, findo o quai, na ausência de resposta, as mesmas se
considerarâo tacitamente autorizadias.
7
Fusia, cisia e dissoluçia

Qualquer deliberaçào de fusào, cis&o ou dissoluçào da Operadora careaerâ da prévia e
expresse autorizaçào da Entfdade Gestora.

Capitula IV

Regime do Contrato

8

Outras
obrlgaçôes da Operadora e da Entidade Gestora

8.1
Para aIém des previstas nos capitulos Il e II1, do Contrato, resultam ainda para a
Operadora as seguintes obrigaç6es, nos termos econdiçôes previstas no Centrato:
8.1.1
Aaobrigaçâo de execuçâo das determiinaçôes da Entîdade Gestora;
8.1.2
Aobrigaçâo de prestaçâo de informaçào;
8.1.3
Aobrigaçâe de manter sigilo sobre as caracterfstlcas do Sistema eda sua
gestâo, operaçâo eutillzaçâo pelas Entidades Utilizadaras;
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8.1.4
Aobrigaçâo de submissâo àfiscaltzaçflo da Enfldade Gastora durante toda
avida do Contrato.
8.2 Do Contrato resultamn ainda para a Entidade Gestora as seguintes obrigaçôas:
s8.2-
Prestar as lnformrnaçes que sejarn relevantes para o oumprimento, par
parte da Operadora, dlas obrigaçd5es constantes do Contrato;

8.22
Cooperar comn a Operadora, no sentido de Ihe permitir cumprir as
obrigaçbas que decorram do Contrato.
9 Titularldado dos bons, equlpamentos e Infra-estruturas

9.1
Todos os equlpamentos, sisternas, infra-estruturas e outras bons, môvels ou
imôveis, corpôreos ou Incorpôreos, afeotos ao SIRES? rnantém-sa na titularidade
dla Operadora durante todo o parrodo de duraçâo do Contrato, ficando afectos à
pmossacuç&o do serviço, salvo disposiçia arn contrAria do presente Contrato.

-.

9.2
A Operadora obriga-se a monter actualizada uma lista <la quai constem os
aquipamnentos infra-estruturas e outros bans, mâveis ou Imôveis, carpôreas ou
incorpâreos, afectos ao SIRESP, que constitul oAnaxo 5,devando as alteraçbes de
masma swr enviadas à Entidade Gestora.
9.3
Sern prejufzo do disposto nos Nùmeros seguintes, a Operadora nâo poderà, par
qualquer forma, celebrar contrato que tenha par efelto a promessa ou a efectiva
cedêncta, aliena$âo ou aneraçâo de quaisquer equiparnentos, Infra-astruturas. e
outras bens afectos ao SIRES?, os quais nâo pademn igualmente ser objecto de
arrendamanto, de promesse de arrendamento ou de qualquer outra forma que titule
ou tenha ern vista a utlizaçâo por terceiro.
Q
Q
9.4 Exceptua-se do disposto no NOmero anterior a oneraçào dos bons ai referidos
quando efectuada ern benef (ici das Entidades Financiadoras e a allenaçâo desses
bons emn execuçào das garanties assim constiturdas, nos tannas previstos nos
Contratos de Financiamento, as quais deverâo, ern todos os casas, ser
comunicadas à Entidade Gestora, a quem deveré ser enviada, na prazo de 30
(trinta>
<lias acontar de data ern que tais situaçOas ocorramn, côpia certificadla do

documenta que formaliza a oneraçâo ou a aIienaçâo e, bemn assirn, informaçâo

detaihadla sobre quaisquer outras termos acondiçdes que forem estabaiecîdos.

9.5
AOparadora podarà instalar Estaçôes basa ou outros equipamentas arn locaîs que
nâo Ihe pertençamn ou sejamn partilhados por terceiros, nos tormos raferidos nas
Clâusuias 30.8 e30.9.
9.6
Mediante prévia. autorizaçâo dla Entidade Gestora, a quai se considara concedida se
nâo for expressamente flagada no prazo de 60 (sessenta) <lias a contair da data da
recepçâo do pedida de autorizeç&a, a Operadora pode tomar de aluguar ou par
Iocaçàa financeira ou ainda par figuras contratuals afins, bens a equipamentos a
afectar ao SIRESP, deade que seja reservedo à Entidade Gastora o direito de,
mediante o pagarnenta das rendas, aceder sa uso <lassas bans e sucader na
respectiva posiçào de locatério no case de axercfcio da opçâo pravista na Clàusula
10, n&o <lavandoe rn qualquar caso o prazo do respectivo contrato excader o prazo
da duraçào do Centrato.
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9.7
A Oparadora sâ poderé alienar bans e equipamentes afactos ao Contrato nos
seguintes casas:
9.7.1
no Ambito de urne decisào de os passer a tomer de aluguer, locaçâo
financeira ou outra figura contratual afim, nos termos do disposto fo
Nûmero anterIor:
9.7.2
se proceder à sua imediata substituiçâo par outros com conidiçbas de
operaclonalidade, qualidade efuncionamento idénticas ou superiores;
9.7.3
tratando-se, de bans que, comprovadamente, tenham perdido utilidade para
o Contrato mediante comunîcaçâo prévia à Entidade Gestera dos bens a
alienar edos bans que os substituem;
9.7.4
mediante prévia autorlzaçâo de EnVidade Gestora, a quai se considera
concedida se nâo for expressamente negada ne prazo de 60 (sessanta)
dias acontar de data de recepçâo do pedido de autorizaçâo.
9.8
No Termno do Contrato, ecasa nâo seja exarcide aopçâo aque se refoer a Clàusula
10, a Operedora taré o direlto de reutilizar todos os bans eequipamentos afectos aoc
SIRESP, excepta aqueles de que nâo soja titular, devendo suportar todos os custos
com asua desmontagam, remoçào etransporte.
9.9
Os trabaihos de desrnontagem, remoçâo e transporte dos bans a equiparnentos
referidos no Nùrmero anterior serin levedos a cabo pela Operadora, que suporterà
todos os custos eassumiré toda aresponsabilidade pelas mesmos.
9.10
A Operadora deveré notificar previemente a Entidade Gestora da intençâo de
procader aos trabaihos referidos no NOrnaro antarior.
9.11
Casa aOperadora n&o lave acabo adesmontagern, rernoçâo atransporte dos bans
e equiparnantos refenides na Nômero 9.8., poderd e Entidade Gastora proceder a
tais trabaihos, e expenses prâprias, transportarido os equlpamentos para local par si
designado, oquai seré comunicado àOperadore, que clef os poderé remnover.
9.12
0cm a assinatura do Contrato, os bans e equipamentos constantes do Anexo 38,
atectos à infra-astrutura das rades de comunicaçôes da PSP de Ooîrnbre e do
Porto, serào transmitidos para a Operedora, no estado sen que se encontrem, a
titulo gratuite e livres de quaisquer Ônus, encargos ou limitaçdes cabendo à
Operedora dar a tais bans e equipementos a utilizaçào que entender no âmbito do
SIRESP.

10 Opç&a

10.1
No Termo do Contrato, a Entidade Gestora taré uma opç&o de compra sobre os
actives que compdem o Estabelecimento.
10.2
Os termos e condiç6es do axerctcio da opçâo refenidea noNûmero enterlor serào
regulados no Contrato de Opçâo que constitui oAnaxo 7.
10.3
No casa de ser exercida aopçào, transfere-se de imediato para a Entidada Gestora
a propriedade dos actives, livres de Onus ou encargos, e as posiçdas contratuals
compreendidas ne Estabelacimento, ficando aquele ebrigeda ao pagarnanta do
preço referido no Nûmero 10.5.
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10.4
Exceptua-se do disposto no Nûmnero anterior os Ônus e encargos constituÇdos ou
prometidos constituir a tavor das Entîdades Pinanciadoras at abrigo dos Contratos
de Pinanolamento, sern prejulzo do disposto na Olàusula 2.2 do Contrato de Opçào
que constitul oAnexo 7.
10.5
Sem prejufzo do disposto no Nûmero seguinte, o preço do objecto da opçâo
corresponde ao Valor do Negôclo, à data de exerofolo dia opçâo.
10.6
Nas hipâteses rat ericlas nas Cltusulas 20.3 e 21.4, ecasa soja exercida aopçâo, a
obrtgaçio de pagamento do preço do objecta dia opçâo considerar-se-à cumprida
pelo pagamento, do valor da indemnizaçâo pravista nassas Clàusulas, assumindo a
Entidade Gestora as poslçôes contratuais cia Operadora nos Contratos de
Financiarnento.
10.7
Ocorrendo oTermo do Contrato por incumprimento da Operadora, e casa venha a
ser exercida a opçâo, o preço do objecto da opçâo sô sert pago quando se
enoontrarem apurados os montantes dia indemnizaçâo devida pela Operadora nos
tormos previstos na Cléusula 20.2, corn a quai poderé, operar-se a compensaçào,
ficando o montante do Valor do Negâclo, até esse momento, a constituir cauçâoa
favor da Entidade Gestora do pagamento de Indemnizaçào.

il Financlamento do SIRESP

11.1
AOperadora sert a exclusive responsével pela financiamento das actividades que
integrem o Contrato, sern prejufzo do dîreita aos pagamnentos dia Entidade Gestora
prevîstos na Ciàusula 12.
11.2
Para assegurar a disponlbilizaçào dos tundos necessârios para a realizaçào das
actividiades compreendîdas no Contrato, a Operadora celebrou o Acordo de
Realizaçâo e Subscriçâo de Capital e os Contratos de Financlamento, que
constituemn os Anexos 2 e 8ao presente Contrato.
11.3
Casa venham a ser disponibilizados tundos da Uniâo Europeia para
comparticipaçâo nos investimentos arealîzar, haverà luger à reposlçào do equilfbrio
financeiro do Contrato, de acordo com os princfpios gorais estabelecidos na
Clàusula 25, oom as devidas adaptaçôes, através de uma reduçào de remuneraçâo
dia Operedora pela Entidade Gestora, desde que se mantenha inalterada a TIR
eccionista, oRéclo de Cobertura de Vida do Empréstimo (ROVE) minimo eo Râclo
de Cobertura do Serviço de DMvda sern Caixa (ROSO s/ Cx) rininma, identificados
no Casa Base.
11.4
Para os efeitos do Ndmero anterior, a Operadora deverà prestar as informaçâes e
cumprir as duligências que sejam exigîveis nos terrnos dos regulamentos dos fundos
em questâo.
12 Pagamentos a efectuar pela Entidade Gestara

12.1
Os pagamentos da Entidade Gestora àOperadara serào definidos de acordo com o
disposto no Anexo 9 ao presente Contrato.
12.2
Até à Entrada em Serviço da Totalidade do Sistema, a rernuneraçào dia Operadora
sorà proporcional àcepacidede instalada em cade umae das Paeos ou Subtases, as
quais se er>contram identificadas no Anexo 15, sendo a remuneraçào relativa a

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17

 

12.3

12.4

12.5

9

 

3

 

12.6

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cada umna classas Fates ou Subisses devida a partir do mês seguinte ao da
respectiva Entradla ami Serviço, igualmente nos tarnnas estabelecidos na Anexo 9 ao
presente Contrato.

Em caso de more no pagamento de quaisquar quantias devîdas à Operadora nos
termos do presente Contrato serào devidos juras celculados à taxa Euribor a 3
meses acresoida de 2%, contados diariarnente desde a data de canstftuiçâo amn
more até Integral pegamrento.

Os pagementos de Entidade Gestora à Operadlora previstos fa Anaxo 9 poderâo

ser revistos no sexto e na décima primeiro silo de vigência do Contrata, nos termas

referidos nos Nûmeros seguintes.

Casa o preço dos serviços de aluguer de otreuitos constante do uPreçâIo do)
Serviço de Cirouttos Alugados da PT Comnunicaç8esn publicado, definido e
autorizedlo pela ICP-ANACOM e que se encontre arn vrigor 60 (sessenta) Cias antes
da conclusâo do quinto ano de vigência do Contrato saja inferiar ao, preço de
serviços de aluguer de circuitos constante do “Preçàrio do Serviço de
Circuttos Alugados de PT Comunicaçbes’ publicedo, definido e autorizado pela 1CR

 

ANACOM à data dia essinatura do Contrato, ta[ coma consta do ariexo 46, haverà
lugar à reýAsào do Casa Base, nos trmios seguintes:

12.s.1
A Operadore enViard à Entidade Gestora, até 60 (sessenta) dias entes dia
concIusâo do quinto ana de vigêncla do Contrato, um mode la financeiro,
construfdo sobre base idêntica à do Casa Base, onde se altera apenaes o
preço dos serviços de aluguer dos circuitos, nos termocs dos parâgrafos
seguintes.
12.5.2
O preço dos serviços de aluguer de circuitos indicado no Casa Base para o
sexto ana serA corrîgido pela aplicaçâo de um ooeflciente deterrninado
mediante a realizaçâo sucassive das seguintes operaçbes algébricas:
(i)
divisâa entre (a) o preço dos serviços de aluguer de circuitos
constante do uPreçàrio do Serviço de Circuttos Alugados de PT
ComunicaçôesO publicada, definido a autorizado pela ICP~
ANACOM e que se encontre ern vigor 60 (sessenta) dias entes dia
conclusâo do quinto ano die vlgôncta do Contrato; e (b)o praça de
serviços de eluguer de circuitos constante do «Preçàrioi do Serviço

de Circuitas Alugadas dia PT Cornunlcaç6as” publiceda, definido e
autarizada pela ICP-ANAOOM àdata da assinatura do Contrato, ta]
coma consta do anexo 46;

(il)
dlvisâo do valor resultante desta apieraçâo retenide no nùmero
anteriar par 0,97.

12.5.3
O coaticlente determinada rnedlante a realizeçào des operaçbes algébricas
refendeis no Nûrnero 12.5.2 serA Igualmente apflcado ao preço dos
serviços de aluguer de circuitas indicedo no Casa Base para os sétimo,
aitavo, nanoaedécima anas de vigência do Contrato.
Casa o preço dos serviços de aluguer de circuitos constante do “PreçAnio do
Serviça de Circuftas Alugados de PT Comunlcaç6es”‘ publicedo, definîdo e
autorizado pela ICP-ANACOM eque se encontre ami vigor 60 (sessenta) drias antes
da conclusào do décimo ana de vigênicla do Contrato seja inferior sa preça de

18

 

a

W

12.7

12.8

12.9

12.10

12.11

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serviços de aluguer de circuitos constante do “Preçârio do Serviço de
Circultos Alugados da PT Comunicaçbes’ publicado, defîlnidoaeautorizado pela 1CRANACOM
à data de essinatura do Contrato, ta] como conste do anexo 46, haveré
igualmente Juger à revisào do Ceso Base, nos termos dos parâgrafos seguintes.

12.6.1
O proço dos serviços de aluguer de cîrcuitos indicado no Caso Base para o
décima primeiro ano serà corrigido pela aplicaçâo de um coeficiente
determinado mediante a reallzaçâo sucessive des seguintes operaç6es
aigébrioast

(il
dMvsâo entre (a) o preço des serviços de aluguer de circultos
constante do “Preçârlo do Serviço de Circuitos Alugados da PT
Comunicaçôesn pubitoado, definido e autorizado pelo IOPANAOOM
e que se encontre emn vigor 60 <sessenta) dias entes de

conciusâo do décimo ano de vîigência do Contrato; e (b) opreço de
serviços de aluguer de circuitos constante do “Preçérlo do Serviço
de Circuftts Alugados de PT Comunioaçôesu publicado, definido e
autorizedo pelo ICP-ANACOM à data da assînatura do Contrato, tai
como consta do anexo 46;

(il)
dMvsào do valor resultante desta operaçâo referide no nûmera
anterior par 0,94.

12.6.2
O cooficiente determinado mediante arealîzaçâo des operaçbes aigébricas
referides no Nûmero 12.6.2 serà iguaimente aplicado ao preço dos
serviços de eluguer de circuitos indicedo no Casa Base para os décimo
segundo, décimo tercet ro, décima quarto e décimo quinto anas de vîgêncla
do Contrato.
A propaste de altereç&o à estrutura de pagarnentos constante do Anexo 9,
resultante do modelo financeiro apresentado nos termos dos Nûmeros, 12.5 e 12.6,
respectivamente, o quai deveré menter todos os damais pressupostos do Casa
Base, serà submetida, juntamente comn o preçérlo af’ referido, à aprovaçâa da
Entidade Gestora, considerando-se tacitaemente aprovada fo prazo de 30 <trinta)
dias a conter da data da apresentaçât respective caso, dentro desse prazo, nâo

tenha sîdo rejeitede pela Entidade Gestora, nos termos do Nûmero seguinte.
Casa a Entidade Gestora nào aceite a praposta de alteraçâo à estrutura de
pagamrentos apresentade pela Operedora as Partes envidaràiaos seus meihores
esforços para soiucloner a divergência na prezo de 5<cinco) dies ùteis.

Na ausêncla de acordo apâs o decurso do prazo reterido no Nûmero anterior, as
Partes designarâo um perfto qualfficado e independente para apreciar a
divergência; ria ausência de acordo quanta à desigriaçâa do perito nos 3 <très) dias
Oteis subsequentes, este seré nomeado polo Presidente de Câmara dos Revisores
Oficiais de Contas, a requerimnento de quaiquer des Partes.

O perito referido no Nûmero anterior serà habilitado pelas Partes corn a informaçào
e documentaçâo que aquelas considerem relevantes e deveré pronuncier-se sobre
a questÉio epreseniteda de forma mais célere possIvel e, emn qualquer csso, até 15
<quinze) dias entes do termo do quinto edo décimo eno de vigência do Contreto.

Quaisquer custos comn honorârios ou despesas do perito correrào par conta de
Parte vencide.

19

12.12
Adeterminaçào efectuada pelo pente previsto nos Nûmeros anterlores tarA caràcter
definitivo e conclusivo entre as Rartes.
12.13
No final do quinto eno e do décimo ano de vigência do Contrato poderà ser
acordada a utillzaçào de circuitos dîsponibillzados por entidlades pûblicas, com as
consequentes alteraçôes aos pagamentos devidos pela Entidadle Gestora,
aplicando-se, com as necessârias adaptaçôes, o regime previsto nos Nûmeros
12.4, 12.5 e 12.7 a12.12.
13 Cauçia

13.1
Na presente data, aOperadora preste àEntidade Gestora urne cauçân no montante
de C5.000.000,00 (cinco milhdes de euros).
13.2
O montante da cauçâo serA reduzido, decorrido que soej un ano a partir da
Aceitaçào Provisâria da Totalidade do Sistema, com excepç&o de PesoaG Subfase
4.8, ta] como definida no Anexo 15, correspondante à instalaç&o do Sisterna na
Regiào Autônoma dos Açores, para C 1.300.000,00 (un milhào e trezentos mil
euros).

13.3
O montante de cauçâo serA reduzido, decorrido que seia um ano a partir de
Aceitaçâo Provisâria de Totalfdade do Sisteme, para C 1.200.000,00 (un mi[hào e
duzentos mil euros).
13.4
Acauçâo Ôprestadla mediante garantie bancârla, cuja côpia constitui oAnexo 10 ao
Contrato.
13.5
Acauçâo garante o exacto e pontual curnprimento das obrîgaçôes que aOperadora
assume por virtude do Contrato.
13.6
A Entidade Gestora poderà accionar a cauçâo independentemente de prévia
decisât judicial sempre que e Operadora nào cumpra obrigaç6es pecuniàrias
vencidas, designadamente o pagamrento de quaisquer multas ou lndemnizaçôes
que se mostrem devidas ou para se ressarcir do pagamnento de despesas que hala
suportado por conta de Operadora.
13.7
AOperadora deverà repor a importârîcia que tenha sido utilizada da cauçâo dentro
do prazo de 1 (um) mês contado da data da utllizaçâo.
13.8
A cauçâo prestade poderà ser levantada pela Operadora no termo do prazo de 6
<sels) nases acontar de data do Termo do Contrato.
13.9
Todas as despesas derivadias de prestaçâa da cauç$o serào da responsablidade
da Operadora.
14 Responsablildadle da Operadora

14.1
A Operadora é, face à Entidade Gestora, a Onica e directa responsàvel pelo
atempado e perfelto cumpuimento des obrigaçaes constantes do Contrato e as
decorrentes de normas, regulamentos ou disposiçôes administretivas que Ihe sejarn
aplicâveis, n&o podendo opor à Entidade Gestora qualquer contrato ou relaçâo com
terceiros para exclusào ou limltaçâo dessa responsabilidade, salvo quando o
prâpria Contrato o permitir ou incumprimento recuite da faiha de funcionamento de
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20

 

circultos de comunlcaç6es disponlbilizados par entidiades pCiblicas ao abrîgo do
disposto ne OlAusula 12.13.

14.2
No que respetta à responsabilidade extra-cantratual, a Operadora responder4, nos
termos de lai garai, par quaisquer preju[zos causados à Entîdade Gestora e a
tarceiros no exerciclo das actMvdades que constttuemn o objecta do Contreto, pela
culpa ou pela risco.
14.3
A Operediora rosponderi ainda, nos termos arn que o comifente responde pelas
actos do comissârlo, pelas prejufzos causedos par tercairos por si contratedos para
o desenvoMmento, das actividedaes compreendîdias no Contrato.
14.4
A Operadore serA responsével pela higiene, srn2de e segurença de tados os
trabaihadores envoMvdos ne concretizaçâo, gastâo e Menutençâo do SIRESP, ainde
que ao serviço de entîdades por si suboontratedas.

14.5 Sem prejufzo do dispasto ne ClâusuIe 14.4., a Entidade Gestore assegurerà acae colaboradores de Operadora que no exerofalo das suas funçdes se encontrem nesC? suas instelaçâes, as condiçOas de hîgiene e segurença na trabaiho, sendo, no
entanita de responsabilidade de Operadora o cumprimento des obrigaçbes an,
metêrie de saùde na trabaiha.

14.6
Constituiré especial dever de Operadore assegurar o cumprimento de todas as
obrigaçbes leaeis e regulamenteres relatives à exposiçàa das populaç6es e dos
Utilizadores acampas electromegnéticos vigentes àdate de assinatura do Cantrato,
bemn coma obter as necessârias aprovaçôes, autorizaç6es, licenças ou titulos de
ocupaçâa ou utllizeçâo, supartendo todos os encergos decorrerîtes de ettasos
derivados de instelaçâo ou funcionamento deos Estaçôes base e das damais infraestruturas,
son, prejufzo do que em contrArio resulte do Contrato.
14.7
Os atrasos nea emissâo des aprovaçbes, autorizeçbes, licenças ou tftulos de
ocupaçâo ou utilizaçào reot edos no Nûmera anterior, por motivas nâa imputéveis à
Operadore, nào darâo luger à eplicaçâo de qualquer multe ou outra sençào pela
Entidede Gestora edeterminarlo a prorrogaçâo dos prazos aplicâveis à Entradae rn
Servîço de urne Subtase sempre que Interfirarn no ceminho critico de instaleçâo
f $j dessa Subfese, resultante do planeamento acoed momento amn vigor.

14.8
Sem prejuizo do disposto nios Mimeras anteriares, etenta a natureza dos serviços e
fomecimentos abjecto do Cantrato, a Entidede Gestore calaborerà com e
Operadore e desenvolveré esforços, nomeadamente junto de entidlades pûbitoas,
no sentido de contribuir e cooperer na obtençâa des necessârias eproavçdes,
autorizaçbes, licençes ou titulos de ocupeç&a ou ufllizaçào.
15 Seguros

15.1
AOperadore devarâ celebrer emonter em vigar as apôlices de seguros necesséries
para garantir urne efective e extensiva cobartura dos rîscos inerantas ès ectividiades
compreendidas na Contrato, nos tarmas epare os et altos aqul acordados.

15.2
AOperadora entrega àEntidede Gestora, faste data, comprovativos de contretaçâo
dos seguros que, de acordo com oPrograme de Seguros que constitut oAnexo 11,
devemn ester arn vigor ne data de celebraçào do Contrato.

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15.3
A Operadora ebrIga-se a manter os refenides seguros ern viger e a comprovà-lo
parante a Entidade Gestore sempra que Ihe soja soicitado, obrigando-sa ainda a
cumprir o disposto ne Programa de Segures e a celebrar as restantes apâlîces de
seguro noie referides nos mornentos a!estabelacidos.
15.4
AOperedora sert obrigada a fazer consigner ern todos os contretos e suboontrates
que estabeleça as dispesiçdas aplicéveis aos seguros centratadlos no âmb!to do
Contrato.
15.5
Em caso de lncurnprlmento pela Operadora da ebrigaçàe de manter as apôlices de
seguro a que està obrigada, a Entidade Gestore poderé procader directamrente ao
pagamento dos prémios des referndes apâlices e à avantual ceritrataç4o de novas
apâlices arn substltuiçào das que passam ter caducedo ou sida resoMvdas ou
ravogadas, corrando os respectives custos par conta de Operadara.
15.6
As apôlices de seguro devenfle consegrar as seguintos regras:
15.8.1 As reduçbas de
capital au e cancelemento, susperisâo, modtficeçâo,
O
~anuIaçàe ou substituiçâo da apôlica terâo que ser previarnente aprevados
pela Entidlade Gestora;

15.6.2
As apôlices conterâo Oléusulas de repasîçâe automâtice de capital.
16 Incumprimento da Operadora e multas cantratuals

16.1
Em casa de incumprimanto, pela Operadora, des obrigaçbas emergentes do
Contrato ou des determlnaç6es de Entidade Gestora omitidas no émbito da lei ou
do Contrate, havent luger à aplicaçâo de multas, a tfulo de clàusule panai, nos
tannas dos Nûrnoros seguintes o semn prejuize daeafectivaçâo do rosponsabîlîdada
de outra natureza.
15.2
Em casa de more ne cumprimento de data de Entreda om Serviçe de cada urne das
Fasas fixedas ne piano de gastàa do projocto do SIRESP, nos termes de ClAusula
28.2, por causas que, nos termes do presante Contrata, seajem lmputàveis à
Operadora, havant luger à apilcaçâo de urne multa contretual par cada semana ou
frecçào de etrasa, até aa limite màxlme global para a tetalidade das Faces de C
i1.000.000,00 (um rnllhâo de ouras) nos termes saguintas:
16.2-1
C20.000,00 (vinte mil auras) par ceda semane ou fracçao de atraso, entre
a data proviste e e 20 (segunde) samane de atraso, Inclusive;

16.2.2
C30.000,00 (trinta mil auros) par cada sernana ou fraoç&a de etresa, antre
e 31 (torceira) seranan e a 4n (quarta) semena de atraso, Inclusive;
16.2.3
C40.000,00 (querante mil auras) par cada samane ou fracçâa do strase, a
partir da 511 (quinte) samana de atrasa, inclusive.
18.3
Salve nos casas arn que haja luger adoduçôas à remuneraçào davidla à Operadora
par Feihes de Dispenibilidede au per Feihas de Doesmpenho, o incumprîmento pela
Operedara de outres obrigaç8es ou des detorminaçôas de Entidede Gestora
amitides ne âmbito da lai ou de Contrata, par causas que, nos tannas do Centreto,
ihe sajamn imputtveis, dent luger à eplicaçào de multas cujo valor variant arn funçâo
da gravidade de lnfracçâa entre um minime de C5.000,00 <cince mii auras) e um
méximo de C 200.000,00 (duzentes mil aures), rolativamante a cada urne des
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sttuaçôes de incumprimento, sem prejuizo do direito a indemnizaç&o par denos
excedientes.

16.4
Os montantes minimos e rnéximos das multas fixados nos Nùmeros enteriores sâo
actuelizados de forma automàtica no in(coa de code ana civil de acordo corm o IPO
reserente 80 Bflo anterior.
16.5
A eplicaçâo des inultes contretuais deve ser precedida de audièncla escrita à
Operadore, no prazo de 15 <quinze) dias a conter da natifioaçâo que the seja
dîrigide para oefelto.
16.6
As muites sâo exigîveis nos termos e prazos fixados ne natif icaçâo de decisâa de
epIicaçâo dos mesmas.
16.7
O montante necesséria ao pagamenta das multes cantratuais devides seré
deduzido dos pegementos aefectuar pela Entidade Gestore; ceso estes nâo sejem
suficientes, ou se esteja ainda no Perfodo de Concretizaçâo, podera set utilizeda a
cauçào prestede.

16.8
O etrasa no cumprimento de data de Entrada arr Serviço rat aride ne Clàusula 28.4,
por perfoda superlor e 180 (contoa e atenta> dias, confere exolusivemente à
Entidade Gestara o direito de reduzir o âmbito dos servfças a prester pela
Opemadora, na parte respeltante à Fase G,subiase 4.8, ta> como definida n>o Anexo
15, correspandente à Instalaçioae funcianamento do Sistema ne Regiflo Autânoma
dos Açores.

16.9
No casa previsto no Nûmero anterlor eplicer-se-à, quanta à notifioaçào de decisàa
de reduçàa, tomes necessârias adaptaçbos, odisposto nas Clàusula 19.3 a 19.5..
16.10
A notificeçâo de reduçâo do objecto do Contrato etectuade nos terrnos dos
Niimeros enteriores determina o dever de Operadora de colocer todaos os
equipementos jé instalados ne Regiâo Autônoma dos Açores, bem como as que Ihe
tenhem sida transmitidos 80 abrigo do dispasto ne Clâusuie 27.3, ne total e livre
disponibilidede de Entidede Gestore, no prazo que ihe seja fixado, o quel mince
poderé ser Inferior e30 (trinta) dias.
17
Força Malor eetsd otea asdrrs4 ao eframJro vno

17.1
Pare os fiadoCnrtcndea-eâ aodeframjrsevts
lmprevIsiveis e irresistiveis, cujos efeitos se produzam independentemente de
vontade de Operadore ou de sua actueçâo, ainda que indirectes, que
comprovadarnente împeçamn ou tomem mais oneroso o oumprirnento das suas
obrigeçOos contretuais.
17.2
Constituem, nomeedemente, casas de força major actos de guerra au subversàa,
hostilidedes ou invasâo, rebeliâo, terrorisme ou epidemias, ratas, exploabes, graves
tnundaç6es, ciclanes, tramoers de terra e outros cataclismos naturels que
directamente afectemn as actMvdades objecte do Centrale.
17.3
Aocorrência de um casa de força major terà por efeito axonarar e Operedara de
responsabilidade polo nào cumprimento pontual des obrigaçbes emergentes do
Contreto, naeastrita medida ami que e sou cumprimento tenha sida irnpedldo arn
,virtuda da refendel ocorrêncie, edarà luger, venificados os pressupostes previstas ne
Clàusule 25, à raposiçâo do equilibrio finenceiro do Contrato, ou, nos casas arn que
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a Imposstblilidade de oumprimento se tomar definitiva ou a reposiçâo do equilfbno
financeiro se revelar Imposs(vel au excessivarnente anerosa para a Entidade
Gastora, à rescisên do Contrato.

17.4
Exceptua-se do disposto nos Nûrnaros anteriores os casas que deterrnlnern a
Indisponlibilidade do Sistema amn vlolaçào das obrigaçôas emergentes do Contrato
relativas às redundâncias do SIRESP e da exigência de escoiha de Iooaflzaç6es
que maximizemn a segurança das instalaçôes amn casa de oatàstrafe ou calamidade
pûblica.
17.5
Quando fique impossiblilltada de cumprir uma obrigaçâo conitratual amn
consequéncia de casa de força major, a Operadora deverà dar conheoimento
imediato par esorito desse facto à Entidade Gestora aspecifloando as obrigaçbes
nào cumpridas e a causa desse incumprirnanto, sob pena de n5o ficar exoneradla
do cumprimenta dessas abrigaçôas.
17.8
Verificando-se umn casa de força major eournprido adisposto no Nûmero anterior, a
Operadora fica exonerada do incumprimenta das abrigaç6es que decorra daquele
casao, senda os prazos para o cumprimento de quaisquar obrigaçôes contratuais
afeotadas prorragados pela tempo que se mostrar adequado à sanaçân das suas
consequânc’ias.
17.7
Sempre que algum casao de força malor corresponda, ao tempo da sua verlfflcaçâo,
a uni risco segurâvel, enm mercados da Uniâo Eurapeta, e Independentemente de a
Operadora ter efectivamente cantratado o seguro correspondente, observar-se-à o
seguinite:
17.7.1
A Operadora nfio ficarà exonerada do cumprimento da obrlgaçâo na
medida arn que aquele cumprimento fosse passivei arn virtude do
recabimenta de tndemntzaçàa nos termes de apôlice comerclalmente
aceitval relativa ao risco amn causa;

17.7.2
Haverà luger à reposiç&o do equilibrio financeiro do Contrato, nos termos
da Clàusula 25, apenas na medida do excesso dos prejuizos sofridos,
consiîderando a indamnizaçào nos termos de apôlce comercialmente
aceitàvel relativa sa, risco arn causa;
17.7.3
Haveri Iugar à rescisào do Gontrato quando, apesar do recebfrnento da
indemnizaçâo nos termos da apdlica cornerclalmente aceitâvel relative ao
risco amn causa, a impassibilidade de cumprimento das abrigaçôes
emiergentas do Contrato seja definitiva, ou a reposiçâo do equilibria
financeira do Coritrato saja excessivamrente onerosa para a Entidade
Gestora ou impossfvel.
17.8
Eicam arn qualquer casa exclu(dos da previsia do Nûrnero 17.7. os actas de guerra
ou subversào, hostîlidade ou invasào, tumultos, rebeliâa ou tarrorismno.
17.9
Verificando-sa a resoluçâo do Contrato nos tarmos da presente Clàusula, a
Entidade Gestora pagarà as quantias ern dMvda. ao abrigo dos Contratos de
Financlamanto, sendo-Ihe todavia pagas directarnente as indemrnizaçôes devidas
an abrigo de quaisquer apôlices de seguro que se destinemr a cobrir o ayante cie
força major ou os seus efeitos.
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17.10
Constitul obrigaçâo da Operedora a mftigaçâa, par qualquer mela razoàvel e
apropriada ao seu dispar, dos aialtos da verifîicaçào de um casa de força maior.
18 Prazo do Contrata

Sem prejutzo des prorrogaç6es nele previstas, o prazo do Contrato é de 15 (quinze) anas a
conter do dia 30 de Junho de 2006.

19 Fundamentos de rescisto

19.1
A Entidade Gestora podle rescindir o Cantrato na caso de n2o cumprimento grave
ou relteredo, nâo sanado au nào sanâvel, das obrigaçbes deis emergentes par
parte de Operedora, nomeadamente par:
19.1.1
Atreso no cumprîmento de data de Entrada emi Serviço referida ne
Ciàusula 28.3, por perfodo superior e 181 <cento e Colnta) cilas;
19.1.2
CessaQâo, total ou perde!l, do funiclonamento do SIHESP, sern que tenhamn
sida tornades as medidas adequadas para rernover a respeotîva causa;
19.1.3
Desvia do objeoto do Contreto;
19.1.4
Alteraçào relevante a contratos e documentas para os quais se exîja
autortzaçâo prévia de Entidade Gestara, quando toi autorizaç&a nâo tenhe
sido obtida;
19.1.5
Ocorrênola de deticiéncie grave ne organizaçâo da Oparadora ou na
gestâa e funcionamento do SIRESP, em termos que possam camprorneter
e continuidade desse funcionamento ras condiçbes exîgidas pela le: epolo
Contrato;
19.1.8
Oposlçào repetida aoc exercfcio de fiscalizaçào ou reiterade desobediência
ès determinaçôes de Entidade Gestora;
19.1.7
Cessée da pasiçâo da Operadore no Cantrato ou arn qualquer um dos
suboontratos que constitua enexo aoc presente Contrato, sem préviac> eutorizaçâo de Entidede Gestora;

19.1.8
Perde do domfino da Operadore pelas membros do agruparnento
Adjudicatârlo à data da assinetura do Contrata, por viïa directe ou indirecte,
sern prévie autorizaçâo da Entidade Gestora;

19.1.9
Fusào, cisâe ou dissoluçâo de Operedora nâo autorizadas pela Entidede
Gestora;
19.1.10
Insolvêncel de Operadora;
19.1.11
Incumprimento pela Operadora de decisôes judiciais ou arbitrais
transitades em julgado;
19.1.12
Obstruçâo à requisiçâo;
19.1.13
Aplicaçâo, arn dois anas de calendtria consecutivos, das deduçôes anuais
méximas à rernunereçia devida à Operadora contratualmente previstas e
computadas no final de cada eno de celendâria, por Felhas de
Disponlbillidede ou par Falhas de Desempenho, selvo se as deduçôes
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25

 

apiloadas em embas os antas forem mativadas por urne mesmia ocorrência
de natureza ponitual entretanta sanada,

19.2
A Operadore podie rescindir o Contrato no casa de n&o cumprimento grave e
relterada, nàa sanada ou nào sanàvel, das obrigaçôes deie emergentes par parte
da Entidade Gestora, designadamente, oatraso no pagemento de qualquer quantla
devida aa abrigo do presente Contrata par perfaod superior a 4 (quatro) meses.
19.3
Verfficando-se urne sltuaçâo de incumprimento que, nos tarnnos dos Nûmneros
anteriores, possa motivar a resolsâo do Contrato, aparte nGo faitosa notifica aoutra
parte para que, no prazo razoâvel que fixar em funç&o da natureza do
incumprimento arn causa, se]arn integralmente cumpridas as suas abrigaçdes e
corrigidas ou reparadas as consequéncias dos seus actas, excepta tratando-se de
vioIaçâo n&o sanével.
19.4
Em casa de violaçâa nâo sanàvel das abrigaçôes da parte faltosa ou se, nos
damais casas, nâo forem conrigidas ou reparadas as oonsequènoias do
incumprirnento sao abrigo do dispasto na Nûmnero anteriar, a parte nâa faltasa poda
rescindir o Contrato mediante comunicaçâa escrita enviada àoutra parte.
19.5
Acomunlcaçào da decisâo de resclsâo referide na Nùrnero anterior produz efllatas
imadriatos, Independentemente do qualquer outra formaildade.
19.6
Na casa de rescis&o pela Entidade Gestora, a camunicaçào referida no Nûmero
19.4 pode ser acompanhada de notificaçAa de exercîcia da Opçâa, nos termes da
Ctàusula 10.
19.7
Na situaçâa refenide no Nûrnera anterior, a notfficaç&a de exerofolo da Cpçâo
determina o dever da Operadara de calocar todos os activas que compôem o
Estabeleolmento ne total e livre disponibilidade da Entidade Gestora, no praza que
Ihe soja fixeda na natifioaçâa da rescls&o, a quai nunca poderà ser inferior a 30
(tinita) dias.
20 Cansequinclas da rescisâo

20.1 A resclsàa do Contrata par incumprirnento de Operadora determîna e perde diaQceuçào atavor da Entidade Gsoa
20.2
0 exercfcio do direlto de rescisâo do Cantrata par parte de Entidade Gestora nàa
afasta a dyene de lndernnizaçâo a cargo de Operadera pelas darno que the sejam
imputâveis resultantes do incumprimento e de prôpria extînçàa do Contrato,
designadamente os maJores custos que aquela passa ter de suportar para vit a
dispor do SIRESP nos termeos contratades.
20.3
Ocorrenda rescisào do Contrato par iniciativa de Operadora, par incumprîmento da
Entîdede Gestore, esta pagarà urne indernnizaçào correspondente ao Valor do
Negôcia, deduzido do Valor de Balanço do Passive Finenceiro auditado na data de
càlculo, e assumnirt todas as obrigaçbas de Operadora emergentes dos Contratos
de Financiamento.
21 Denûncla do Contrato par motiva de Interesse pblilco

21.1
A Entîdade Gestora pode denunciar a Cantrato sempre que motivas de interesse
pt2blico ojustifiquemn e decorrides que sejemn peia monos 8 (cita) antas sobre o dia
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30 de .Junho de 2006, desde que a Operadora seja notificada dessa intençàto comn
urne antecedéncie nâo Inferior a B (sels) messe.

21.2
A deniùncia é exercida mediante comunicaçêo escrita enviada à Operadora,
podendo ser acompanhada de notlficaçào de exercfilo da Opçâo, nos termos da
ClAusula 10.
21.3
Na sltuaçflo referide no Nûmero anterior, a notificaçâo de exerc(ico da Opçâo
determina o dever de Operadora de colocar todos os activos que compôem o
Estabelecîmento ne total e livre dîsponlbilidade da Entidade Gestora, livres de ônus
ou encargos, no prazo que Ihe sela fLxado ne notlficaçào de denùncie, oquai nunca
poderà set inferior a 30 (trinta) dies, sern prejuizo do disposto ne ClAusula 10.4.
21.4
Ern caso de denûncia, a Entidade Gestora pagerA urne lndemnlzaçâo
correspondente ao Velor do Negôclo, deduzido do Valor de Balança do Passivo
___

 

Financeiro auditado ne data de célculo, e essurnirà todas as obrigaçôes da
W Operadora ernergentes dos Contratos de Financlemenito.

22 Requisliâo

AEntidade Gestora terà o direito de requisitar, nos termos da lei, os bons e trabaîhadores
afectos ao Contrato, devendo a requlslçâo terminer quando cessar o motivo que Ihe tiver
dado causa.

23 Cessia e aneraçio do Contrato

Sem pre]ufzo do disposto na Clàusule 9.4, a Operedora nào poderé, semn prévia
autorizeçào da Enitidade Gestora, ceder ou par quelquer forma onerar, no todo ou emn parte,
asua poslçâo no Contrato.

24 Assunçîo do risca

24.1
Todos os riscos inerentes à concretizaç&o e funcionarnento do SIRESP smn
a
assumidos pela Operadora, excepto nos casos em que o contrârlo resulte
expressamente do presente Contrato.

24.2
As partes acordarn que, sempre que haja lugar à reposiçâo do equllîbrio financeiro
do Contrato, a mesma serà estabelecida com referência ao Caso Base que constitul
oAnexo
12 au presente Contrato.
24.3
Q Caso Base apenaes poderé ser alterado nas situaçbes previstas nos Clàusulas 12
e 30 e aindea quando haja lugar, nos termos da Clàusula seguinte, à reposlçào do
equilfbrio financeiro do Contrato e exclusivamente para reflectir a reposiçâo
etoct uada.
25 Reposiçia do equlilbrlo firiancelro

25.1
A Operadora tem direito à reposiçâo do equilibric, financeiro do Contrato
exciusivameante nos seguintes casas:
25.1.1
Modificeçào Imposte pela Entidade Gestora das obrigaçbes da Operadora
ou das conidlçôes de execuçâo do Contrato que tenha corno resultado
directo um aumento de despeses ou urna perde de receitas da Operadora;
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25.1.2
Alteraçôes legisiativas espeofficas ou decisôes de entidades com
competências regulatôrias;
2s.1.3
Casos de força malor, nos termos reguladlos na CItusula 17 do presente
Contrato <quando nâo dêem lugar à rescisào do Contrato nos -tonnas da
CIAusula 17.3);

25.1.4
Quarido ta[ direito seja expressamente previsto no presente Contrato.
25.2
As afteraçôes à lail garai, designadamenta às lais liscais, da segurança social,
laborais e amblentals, fioam expressamente exaluldas da previsâo do Nûmero
25.1.2.
25.3
Areposiç4o tort luger com referência ao Casa Base eaos valores ai apresantados,
com as alteraçdes que este vier a scdrer ao abîigo da Clàusula 24.3, e serà
constltufida pela reposlçâo dos valores de dois dos seguintes critérios, segundo
escoiha da Operedora, um dos quais sert sempre oindicado em 25.3.3:
25.3.1
em conjunto, ovalor mfnimo do ROSID dcx e o ROSO s! Cx;
25.3.2
ovaior mfnimo do ROVE;
25.3.3
TIR para os Accionistas (em termnos nommnais> durante todo o prazo de
vigência do Contrato.
25.4
Os valores referidos no Nûmero anterior sâo os que constamn do Anexo 43 e nâo
poderào ser modificados, independentemente de qualquer alteraçào ao Casa Base.
25.5
Na reposiçâa do equilfbrio fînanceiro com recurso ao, Critérlo-Chave TIR acclonista,
aquela deveré ser faits tendo arn atençâo o calendérlo de reembolsas e de
remuneraçào accionîsta constante do Caso Base.
25.6
Areposiçào do equilibria financeiro nos termos de presente Clàusula apenas deverâ.
ocorrer ne medida em que, corno consaquència do impacta dos eventos referidos
no Nûmero 25.1, se verifique:
25.6.1 Urne reduçâo do ROSO c/Ox e o RCSD sI Cx superior a 0,01 (zero virgula(5 zero um);ou
2s.6.2
Urne redluçêo do RCVE superior a0,01 (zero virgula zero um>;ou

25.6.3
Urne reduçâo do critérlo TIR anual nominal para os Acclonistes iguel ou
superior a0,01% (zero virgula zero um por oento).
25.7
Sempre que haja luger à reposiçào do equilfbrio financelro, tal reposiçàc pode ter
luger, mediante ecordo des Partes, através de urne ou mais des seguintes
modalidades:
25.7.1
Alteraçbes do velor de rernuneraçâo da Operadora;
25.7.2
Prorrogeçêo do prazo do Contrato;
25.7.3
Atribuiçâo de comparticipaçâo ou compensaçêo directe pela Entidade
Gestore;
25.7.4
Qualquer outra forma que soal acordada pelas partes.
25.8
Nâo abstante o referidlo no Ni2mero enterior, casa haje lugar à roposiçâo do
equllfbr’io finaniceiro. até à data de Entrada em Serviço da Totalidade do Sistema, a
A06426974

28

 

reposiçào terà lugar atravôs da atribuiçào de compensaçâo directa pela Entidade
Gestora, salvo acordo diverso cern a Opoerdora.

25.9
As pantes aeordam que, semrpre que a Operadora tenha direito à reposiç&o do
equillbrio financeiro, ta[ reposiçâo é efectuada de acordo com oque, de boa té, seja
estabelecido entre as partes, em dîligências que devemn Iniciar-se logo que
solicitadas pela Operadora; caso essas diligências nào termlnemn satistatoriamente
decorridos 90 <noventa) dias sobme a solicitaçâo da Operadora, a questâo poderà
ser submetida ao Tribunal Arbitral previsto na Clàusu!a 54.
25.10
A reposiçào do equilibria financaîro efectuada nos termes da presente Olâusula é,
relativarniente ao evento que Ihe deu erigem, Onica, complotsae final, salve acordo
diverso das partes.
25.11 Para os eteltos prevristos na presente OlAusula, a Operadora deveré notificar a
Entidade Gestora da ocorrêncla de quaiquer evente que passa dar lugar àS reposiçie do equllfbrlo financeiro, nos 45 (quarenta e cince) dias seguintes à data
do conhecimenito da sua verîficaçâo, ainda que nâo seja possfvel quantificar o
impacte da ecorrência de tai evento.

Capitula V

Instalaçio do SIRESP

26 Execuçia do fornecîmento e montagem

26.1
A Operadora seré responsével pela Entrada amn Serviço do SIRESP, nos termes,
prazos e cendiçôes previstes ne Anexo 15 ao presente Contrato.
26.2
0Cam vista ao cumprfmente das ebrfgaçôes assumidas neo Ambito da concrntizaçào
do SIRESP, a Operadora celebrou nesta data com a Motorola Portugal
Comunicaçôas L.dla e cern a Motorola GmbHi o Contrato de Pomnecirnento do
a Sistema TETRA ecorn a DATACOMP -Sistemnas de informâtica, S.A., o Contrate
W de Concepçâo, DesenveMAmento e lmplemnentaçào do Sisterna de lnformaçàe, que(5 censtituem os Anexos 13 e 14 do presente Contrato, bem corne o Contrato de

Prestaçào de Serviços Asseciades à Rede de Circuites para o SIRESP -Sisterna
Integrado para as Rodes de Emergência e Segurança de Portugal, 0 Centrato de
Cedência de Espaços e o Acordo de Coordenaçâo, que constltuern os Anexos 40,
41 e42 do presente Contrato.

27 Faseamnento dos trabaîhos

27.1
O SIRESP seré impiernentade em tedo o territârlo nacional, nos termes e cern a
calendarizaçâe constantes do Anexo 15 e asseguraré a satisfaçào das
necessîdades de comunicaçbes de Iodas as forças e serviços de emnergênicia e
segurança que ir5o partiihar a sua utilizaçào.

27.2
A utllizaçâo do SIRESP seré partilhada pelas entidades que toremn indicadas pela
Entidade Gestora, até sa limite de utilizadores constantes do Anexo 6.
27.3
O SIRESP deve initegrar a rede de comunfcaçdes de emergdncla do Municfpio de
Lisboa, nos termes de um Protocole a acordar ecelebrar entre a Entidade Gestera,
a Operadora o a Câmara Municipal de Lisboa, onde se desenvoiveràe os frmnc(pios
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consagrados no Anexo 16 ao presente Contrato. O atraso na entrega ou a faiha de
funcionamento do referido equipamento que origine umn atraso na impiernentaçâo
da Fase G.ta] coma definida no Anexo 15, dé direito à reposiçâo do equilfbrio
financeiro, nos termos e verificados os pressupostos da Cléusuia 25.

27.4
A cobertura da Regîâo Autânoma da Madeira serà objecto de umn Protocolo a
acordar e celebrar entre a Entidade Gestora, a Operadora e o respeotivo Govemo
Regional, onde se desenvolverào os princîpios consagrados no Anexo 17 ao
presente Contrato, pelo que a Operadora deade ]à se compromete a rever a
estrutura de pagamnentos em conforrnidade com asituaçào que, emn concreto, venha
a resuitar do referido Protocolo.
28 Entrada em Serviço

28.1
A Entrada emn Serviço do SIRESP deverà ocorrer nos prazos estabelecidos no
Anexo
15.

28.2
Para cada uma das Fases e Subtases identificadas no Anexo 15, a Entrada em
Serviço coinoide coni a Aceitaçflo Provisôrla dos equlpamentos necessârias à
conofusâo dessa Pase au Subfase, nos termos contratados, a quai se considera
efectuada na data assinalada nos autos de aceltaçâo referidos na CIéusuIa 36.2.

28.3
A Totalidade do SIRESP, com excepçào da Fase G. Subiase 4.8, tai coma
identfficada rio Anexo 15, correspondents à lnstaiaçâo do SIRESP na Regiâo
Auténorna dos Açores, deveré entrar em serviço até aoi final do 429 niés acontar do
dia 30 de Junho de 2006.
28.4
A Fase Q. Subtase 4.8, ta[ corna identificada no Anexo 15, correspondente à
instaiaçào do SIRESP na Regî&o Autônoma dos Açores, deveré entrar emn serviço
até aa final do 9Q21 mûs a contar do dia 30 de Junho de 2006.
28.5
O piano preliminar de gestâo do projecto constante do Anexo 18 Inclul uma lista de
todos os locais onde irâo ser instalados os diversos componentes do Sistema e umn
piano prelirninar de trabathos, discriminando o prograrna de fomecimento,
instaiaçâo e interiigaçào dos equiparrientos, nos termos do quai a Operadlora se
obriga afomnecer, instalar e implementar asoluçâo proposta.

29 Planeamennto de gestia do projecto

29.1
No prazo méximo de 30 <trinta) dias contados do dia 30 de Junho de 2006, a
Operadora submeterà à aprovapâo da Entidade Gestora umn piano de gestào do
proiecta, elaborado nos termos do Anexo 19 e de acordo com opiano prelirninar de
gestào do projecto (Anexo 18).
29.2
Para efeitos da concretizaçào do SIRESP, sflo consideradas as seguintes etapas:
29.2-1
Instalaçào do Sistema, cuja conclusào teré lugar quando uni equipamento
ou conjunto de equipamentos reûne as condiçôes necessàrias para a
realizaçào das Provas de Recepçào no local de instalaçào.

29.2.2
Acettçào Provisâria, nos termes estabelecidos no Anexo 20, que terà
Infcîo na data de conclusâo das Provas de Recepçâo no local da
instalaçâo.
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30

 

29.3
No piano aprovado poder&o vir a ser introduzidos pela Operadora, posteriormente,
ajustamentos julgados convenlentes; par esta entidade, desde que mereagm e
ecordo da Entidade Gestara, a quai se considere concedida se nêo for
expressamante negada ne prazo de 15 (quinze) dias a contar da data da recepçâo
do pedida de autorizaçâa.
30 L.ocals de Instalaçio

30.1
AOperadora pode instalar quaisquer aquiparnentas e Infra-estruturas nacessârios
80 funclenamanto do SIRESP nos locais constantes no Anexe 21, o quai, par
Iniciativa da Entidiada Ciestora poderé *i asol rer alteraçôas até sa final do Perfodo
de Concretlzaçâa, desde que as altereçôes sajam natificadas à Operadora comn
uma antecedêncla minima de 6 (sais) meses am relaçào aa infola dos trabaihos de
Fase ou Subtase respectives.

-.

30.2
AOparadora reserva-sa a dirette de recusar a utiIizaçâo dos locale que vieremn aser
adicionados, casa a tlllzaçâo dos mesmos ai acte ou seja susceptivel de afectar a
qualidade, cobertura râdie, e os niveis de desempenho e disponîbilidade do
30.3
Caso venham a ser dispenibilizados novas locale pela Entidade Gestara, nos
termos ret endos ne ClAusula 30.1, haverâ lugar àmevisâe dos pagamentos meferldos
na Anexo 9, nos terrnos seguintes:
30.3.1
Até 60 <sessenta) dias antes (1)da Entrada arn Serviço da Totalidade do
Sistema, cern excepçao da Fase G,Subtase 4.8, tal corne definida no
Anaxo 15, correspondante à lnstalaçào do Sisterna na Regiâo Autânoma
dos Açoras e (il) de Entrada arn Serviço da Tatalidadae do Sistenia, a
Operadora envriarà à Entidade Gestora uni modale financeiro construfda
sobre uma base idêntica à do Casa Base, cern as altaraçbes refenides amn
30.3.2, acompanhado dos respectives cemprovativos.
30.3.2
As alteraçôes referidas arn 30.3.1 cerresponderào (i) ès diferenças, para
mais ou para menas, dos custos de investimante associados à instalaçée
de equipementa nos noves locais dispanîbllizados e (li) ès poupanças
asseciadas aoc nâo pagarnento dos custas de utilizaçée dos locale
Inicialmente pravistes.

30.3.3
À ravisâe da estrutura de pagarnantos aplicar-se-A, cern as dlevidas
adaptaçôas. a disposto nas Olàusulas 12.7 a12.12.
30.4
Os locals refanidos iniciairnenta na Anexo 21 ou as novas Sites propostas pela
Entidada Gestara nos termos da Clàusula 30.3 serâe dispenibilizados para os fins
af previstos sem quaisquer encargos para a Operadora, nomeadarnente enoargos
referantes ae femecimento de enargia eléctrica au rendes, durante todo o perfodo
de duraçâo do Contrate.
30.5
Casa os locale mencionados inicilairente ne Anaxe 21 au os novas Sites prapostos
pela Entidade Gestara nos tannas da ClAusula 30.3.nâo sajamn dispanibilizadlos nas
condiçôes previstas na Clàusula 30.4. a Oparadora tarà direito ae reembolso des
quantias que venha a despander para asua utilizaçâe.
30.6
Casa as locale mencienados Inicialmente ne Anexo 21 ou os novas Sites propostes
pela Entidade Gastara nos termas de CIàusula 30.3 née sejarn dlsponîbilizados em
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prazos
compatîveis oom o faseamento dos trabaihas constante do Anexo 15, a

Operadora terà direito à reposiçâo do reequilîbria financeiro do Contrato, nâo senda

a Operadora responsével pelos atrasos eprejuizas dat decorrentes.

30.7
Sempre que pretenda proceder à înstalaçâo de equipamentos e infra-estruturas nos
locale referidos na ClAusula 30.1, aOperadara deverà natif!car a Entidade Gestora,
com 5 (cinco) dias ûteis de antecedância, devendo os trabaihos ser efectuados no
decurso do horérlo normal de expediente.
30.8
Guaisquer intervençôes de Manutençâo poderào ser efectuadas sern necessidiade
de aviso prévia, e a todo o tempo, desde que os téonicas da Operadora se
encontremn devidamente Identificadas.
30.9
A Operadora poder4 Instalaer equipamentas e infra-estruturas necessârias ao
funcionamento do SIRESP fora dos locals referidos nos Nùmeros anteriores,
competindo-Ihe obter todas as autorizaç6es ou licenças que para o efeito se
-.

revelem necessérias esuportar todos os custos, indemnizaçoas ou outras encargos

-t
da( resultantes.

30.10
Quando quaiquer dos locais referîdos no Nûmero anterior deixe de podier ser
utilizado, par qualquer rrotiva, arn qualquar momento da duraçâo do Contrato, a
Operadora deverà encontrar, a suas expansas, loaces altemativos de modo a nâo
cnar Faihas de Desempenho ou Faihas de Disponibilidadle do SIRESP, suportando
igualmente todos os enoargos com amudança de lacallzaçâa.
31 Caracterfstlcas e Requlsitas do Sistema e dos Equipamentos

31.1
O sistema e os equipamentos necessârios ao funcionarnanto do SIRESP deverào
obedecer às caracterfsticas constantes do Anexo 6.
31.2
AOperadora deveré garantir a compatibilidiade do SIRESP comn as normas ‘TETRA
Rebease 1″pramulgadas pela ETSI.
31.3
O SIRESP é cancebido por forma a permitir futuras actualizaçôsse eavantuais
remodelaçdes par adiçâa de equipamento e novas versôes do software, nos tarmas
do Anexo 39.

31.4
A Entidade Gestora paderâ, mediante autorizaçia a conceder, nos termas da lai,
par despacho conjunto dos Ministres da Administraçào Interneae das Finanças,
determinar a introduçào de alteraç6es às caracterfsticas e requisitos do sistema e
dos etluipamantos, que devarâo sar axacutadas pela Operadora, caso as mesmea
sejarn teonîoarnante compatfveis com as caracterfetîcas do Sistema. Os estudos
téanicas, bem coma a execuçfla destas alteraçdes serâo previamente acordados
entre a Entidade Gastora e a Operadora.
31.5
Nas hipôtesas referidas no Nûmero anterior, aOperadora terà direfto àraposigàa do
equilfbrio financairo, nos termos estabelecidos na Clâusula 25, desde que estejarn
verificados os requisitos astabelecidos nessa Clàusula.
32 Elaboraçia de estudos e projectas

32.1
AOperadora é a ûnica responsâvel pela cancepçâoae projacto do SIRESP e sua
canfarmidade com as Especlfboaçbas Téonicas do Contrato.
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32.2
As normas a considerar na elaboraçào dos projectos, que nâo sejam taxativamente
ind’icadas neste Contrato nem constem de disposiçôsa legais ou regularnentares ern
vrigor, deverâo ser as que mais bemn se coadunem carn as meihores téonicas
dispanivels.
32.3
Os estudos e projeCtos que nào canstern da Proposta serào submetidos à
aprovaçào dia Entidade Gestora, consîderando-se tacitamente aprovados no prazo
de 30 (trinta) dias a contar dia data cda apresentaçào respectiva, casa dentro desse
praza nâo tenha sido solicitada pela Entidade Gestora qualquer alteraçâo ace
mesmos, nos termnos do Nûrnero seguinte.
32.4
A solicltaçâo, pela Entidade Gestora, de esclarecimentos ou correcçdes de
desconformidades dos projectos e estudos apresentados relativameante às
disposiçbes contratuais, legais ou regulamentares aplicâvels, terà par efelto o inîclo
dia contagemn de novos prazos de aprovaçâo, se for apresentada nos 10 (dez) dias
subsequentes àapresentaçâo daqueles e a simples suspensâo dessa contagem, se
apresentada posteriormente.
32.5
A Operadora ô a tùnica responsével pela obtenç&a dos licenciamentos a
autortzaçôes regulamentares exigiveis.
32.6
Sem prejufzo do disposto no Nûmero anterior, a Entidade Gestora cooperarà corn a
Operadora na obtençâo des necessérlas aprovaçôes, autorizaçôes, licenças ou
tÇtulos de ocupaçâo ou utllizaçâo, se tai Ihe for solicitado.
32.7
A aprovaçâo ou nâo aprovaçào dos projectos pela Entidade Gestora ou a
circunstância de estes integrareri a Proposta n&o determina a assunçâo de
qualquer respansablildade par parte desta nem libertaré a Operadlora das
obrigaçdes eresponsabilidades emergentes do Contrato.
32.8
Na elabaraç&a dos projectos devem respeitar-se as Espedhficaçaos Téonicas
constantes do Contrato.
33 Farnecimento e montagemn

33.1
Todos os equipamentos e infra-estruturas serào fomecidos e montados segundo as
meihores tdcnicas disponfveis, arn harmonia comn as disposiçdes legais ou
regulamentares arn vigor e as caracterfsticas habituais arn fornecimentos do tipo
das que constltuemn o objecta do Cantrata.
33.2
Na faite ou insuficiéncla de disposiçôes legais ou regulamentares apilcâveis,
observar-se-âo as recomendaçdes similares de outras paîses da Unlâo Eurapeia.
33.3
A Operadora é Integralmente responsàvei pela integraçâo des rades existantes,
quando ta] se encontre previsto na Proposta e nas condiçôes af referidas.
33.4
AOperadora ô integralmente responsâvel pela segurança dos equipamnentos e dos
locals de lnstalaçqo durante amontagemn dos equipamentas eInfra-estruturas.
34 Formnaçia

34.1
A Operadora desenvolveré e promoverà as aoçbas necessârias e adequadas à
formaçào dos téonicos e operadores dia Entidade Gestora e dos diferentes
Entîdades Utilizadaras, através de pessoal téonico quaificado e segundo umn
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33

 

prograrna devidlamente articulado, quer das vârias acçôes de tormaçAo entre si,
quer destas com a disponibilidade e a organlzaçào quer da Entidade Gestora, quer
das Entidades Utilizadaras do SIRES?.

34.2
A entidlade responsével pela coardenaçào da disponibilidade das Entîdades
Utilizadoras do SIRES? é a Eritidade Gestora, aquai centraliza todos os contactos
comn as Entidades Utilizadoras.
34.3
As acçdes de forrnaçâa referidias no Nûrnero 34.1 deverlo ester concluldas
previamente à Entracta emn Serviço da parte do SIRESP a que digam respeito, de
acorda com oprograma de formaçMo referidlo naquele Nûrnero.
34.4
Oprogramna de formaçâo deveré respettar odispacto no Anexo 22 eserA cubrnetida
à aprovaçào da Entidade Gestora, comn urne antecedênrcia minima de 60 (sessenta)
dias relativamente ao Infolo des acçôes de torrnaçâo.
-.

34.5 A aprovaçâo fa anterior
se
refende noNûmero considera-se concedlida rit for
expressamente negada no prazo de 15 (quinze) dias a conter de data da recepçâo

do pedido.

35 Ensalos e Proves

35.1
O funcionamento e a operacionalidlade do SIRESP, abrengendo equipamentos e
aplicaçôes implementadlos nos termos e de acordo comn as Clàusules que
constltuemn o Contrato serin evaliados pela Entidade Gestora através da realizaçào
de ensalos eProves de Recepçâa.
35.2
AOperadore obriga-se a realizar os testes a que se refere o Nûmero entenior de
acordo coom o Procedimento de Aceitaçâo do Sistema previsto no Anexo 20.
36 Recepplo

36.1
Na cequèncla das Proves de Recepçâo de cada urne das Fases au Subfases do
Perfodlo de Ooncretizaçâo do SIRES? a que se refere a Clàusula 29.2.2, serào
elaborados relatôrios des Provas de Reoepçào, nos termos do disposto no Anexo
20, dos quais constarâo adata de realizaçào des Proves de Recepçào, berni coma o
registo de everitueis feihas ou deficièncias canstetadas durante as mesmes.
35.2
Nào ocorrendo deficiéncias durante as Proves de Recepçào que atectemn a
funcionalidade do elemento da Fase ou Subfase, deverào ser elaborados, de
imediato, os autos de aceitaçâo , que deverâo cer assinados par representarites da
Entidade Gestora eda Operadara.
36.3
No casa de atreso superior a 30 (trinta) dias ne aceitaçào de qualquer equiparnento
par motivo imputâvel à Operadora, a Entidede Gestora pode exigir a substltuiçâo do
equlpamnento em questào, cern prejufzo das demais sançôes a que passa haver
luger nos termas do Contrato.
36.4
No casa de atraso superior a 30 (trinte) dies ne aoettaçào de quelquer equipamento
par motivo imputàvel à Entidede Gectora, este conclderar-se-à automnaticamente
aceite firidos tais trinte dias.
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34

 

36.5
Aace>taçâo de qualquer equlpamento ou Subsistema ou do Sistema nâo Isenta a
Operadora de qualquer responsabilidade pela qualidlade da concopçfla, dos
equlpamentos ou do Sistarna eSubsisterna.
37 bacumentaçia

37.1
Um mês aentes da data de infico das Provas de Recepçâo no local de instalaçâo, a
Operadora deverà entregar à Entidade Gestora, toda a documentaçâo de acordo
com oespecificado fa Anexo 24.
37.2
A Operadara devert maonter actuaflzados os documentas reteridos no Nûmero
anterior da presente Clàusula, de acordo corm a gestâo de contiguraçâo adoptada.
37.3
Todos os suportes documentais deverâo ser mantidos amn tormato electrânico, amn
ficheiros indivduels econforme indicada fa Anexo 24.
37.4
A Entidade Gestora poderé, para sou ueo exclusivo au para uso exclusive das
Entidades Utilizadoran, proceder à reproduçio dos documentas referidos na
presente ClAusula.

Capitula VI

Gestia e Manutençia do SIRESP

38 Prinaiplas e abrlgaçôes de exploraçia

38.1
AOperadora obriga-se aassegurar a geetào e Manutençào do SIRESP arn parteita
conformidade cern odispasto no Contrato.
38.2
Com vieta ao cumprirnento das obrigaçôes assumidas para a gestâo e Manutençâo
do SIRESP, a Operadora celebrou nesta data corn a TMN -Telecomunlcaçbes
Môveis Naclonais, S.A. o Contrato de Gestâo e Manutençâo do Sistema Tetra, que
se encontra inclufdo no Anexo 31 do presente Contrato, e cern a DATACOMP a
Sistemas de Infarmâtica, S.A. oCentrato de Mariutençào do Sistema de lnformaçâo
que se encontra incluldo no Anexo 30 do Contrato.

38.3
Constituem obrigaçôse da Operadara:
38.3.1
Dar canheolmento logo que passivai, à Entidlade Gestora de todoae
qualquer evento que passa vir a prejudicar ou Impedir o cumprimento
pantuai e atempado de qualquer des suas obrigaçbas ou que possa
conetituir causa de suspensào au cessaçia dia gestàa e Manutençào;
3a.3.2
Dar conheolmento logo que passivai, à Entîdade Geetora de toda e
quaiquer sltuaçâo que carrespanda a acontecimentos que alterern de
rnodo relevante a normal gestâo e Manutençâo do Sietema, bemn como da
verificaçâe de anomalias arn quaiequer dos bans que cornpôem o masmo.

39 Gestia e Manutençia

39.1
A gestào e Manlutençâo do SIRESP deverà iniciar-se na data de Entrada arn
Serviço de coda uma das Fases eSubfases referidas ne Anexo 15 do Contrata.

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35

 

39.2 A Operadora deverà mantar amn funcionamento ininterrupto e permanente o
Sistema, nos termos previstos no Contrato, obrigando-se tambèm a manter os
equipamentos e infra-estruturas que os integram arn bomn estado de conservaçâo e
perfeitas condiçôas de utillzaçâo, realizarido, nas devidias oportunidades, todos os
trabaliios necessârios para que os mesmos satlsfaçam cabal e perrnanentemente o
fim a que se destinam e procedendo às necessârlas substituiçôas.
39.3 A Operadora devarà assegurar as funcionalidades inerentes à gestào do
desempenho, da conflguraçâo ada Manutençâo do Sistema, as quais se ancontram
descrîtas fo Anexo 6 perrnitindo à Entidada Gestora a vlsualizaçâo ern tempo real
da sltuaç&o, nos termos estabelecidos no Contrato.
39.4 A Entidade Gestora doesnvolverà as funlJrorlalidades inernntes à gestào de
segurança e exploraçâo operacionial do Sistema, as quais se enoontramr descritas
fa Anexo 6,nos termos estabelecidos no Contrato.
I -39.5 A Entidade Gestora manterà a Operadora inforrnada sobre o nùrnero total de
Utfilzadores da rade esua distuibuiçào geogràfica.
39.6 AOperadora deverà assegurar o funcionamento permanente de umn help desk nos
tarmos referidos no Anexo 25.
39.7 AEntidade Gestora taré controlo total do sistema de gravaçâo garai dos grupos de
oonversaçào râdio e das comunioaçôes telefânicas relatives ao nCimero nacional de
ernergência <112), tendo a Operadora acesso a tai sistema apenas para efeitos de
Manutenç&o, nos moldes reteridos no Anexo 26.
39.8 Os procedimentos de intervençâo relativamente à gestâo de alarmes de fogo e
intrusâo regulam-se pelo disposto no Anexo 27, sando sempre garantido à Endidade
Gestora a visuaiizaçâo da sîtuaç&o em tempo real.
40 Manual de Gestia e Manutençia
40.1 A Operadora elaboraré e respeitaré urn Manual de Gestào e Manutençào dos
equlpamentos e das infra-estruturas Integrantes do SIRESP, constantes do Anexo 5,
o quai serA submetldo à aprovaçâo da Entidade Gestora no prazo de 2 <dois)
meses a cantar do dia 30 de .Junho de 2006, a no quai serâo estabelecidas as
regras, os prinicîpios e os procedîmentos a observar arn matéria de gestâo e
Manutençâo do SIRESR.
40.2 As alteraç6as ao Manuai de Gestâo e Manutençâo caracem de aprovaçào prévia da
Entidlade Gastora, aquai se considera concedida se nào for expressamente flagada
no prazo de 60 (sessenta) diase a conter da data da recapçào do pedido de
auto rizaç&o.
41 Reglato de dadas de trétega
O Subsistema de gestào deveré assegurar de mode <lAvai os registos de dadas de trâfego,
nâo cempetindo à Oparadora procader ao tratarnento de tais dados para afeites de
facturaçàe.

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36

42

43

t

 

44

Disponiblildade do SIRESP

A partir da Entrada arn Serviço de cada urne das Subtases previstas no Anexo 15, a
Operadora deverà assegurar a disponibilidade do Sistema, nos termos e dentro dos
parâmetros previstos no Anexo 6,floando sujeita a deduçbes por Faihas de Disponîbilidade
nos termos definidos no Anexo 29.

Desempenha da Operadora e qualidade da alerta

A partir da Entrada ern Serviço de cada urna des Subtases previstas no Anexo 15, a
Oparadora deverà assegurar odesempenho ea qualidade do Sistema, nos termos e dentro
dos parâmetros previstos no Anexo 6, ficando sujeita a deduçbes por Faihas de
Desempenho nos termes definîdos fo Anexo 29.

Capftulo Vil

Dlsposiçôes Gerais

Fiscalizaçia

44.1
Afiscalizaçie do Contrato, abrangendo todas as actividades da Operadora, serâ
exercida pela Entidade Gestora, quanto às actMvdades de natureza técnlca, a pela
lnspecçào-Geral de Finanças, no que se refoer aos aspectos econômico-financeiros
do Contrato.
44.2
A Operadora facultaré à Entidade Gestora ou a qualquer entidiade por este
nomeada, desde que devidamente credenciada, livre acesso, a todo os locale de
instalaçào efunicionamento de equlpamentos ebans afectos ao SIHESP, bemn corno
atodos os livros de actas, listas de presença,e docurnentos anexos eàs estatrsticas
e registos de gestào utilizados, e prestarà sobre todos esses documentos os
esclarecimentos que Ihe totemn solicitados.
44.3
Poderjo ser efectuados, a pedido da Entidade Gestora, e na presença de
representantes da Operadora, ensalos que perrnitarn avaliar as condiçôes de
funcionamento e caracterîsticas do SIRESP, e do equlpamento, sistenias e
lnstalaçdes ao mesmo respeitantes.

44.4
As determinaçdes da Entidade Gestora que vierern a set expressamrente emitidas
ne âmblto dos poderes de fiscalizaçâo serâo Imediatamnente aplicâvels evincularâe
aOparadora, sern prejufzo da possibilidade de posterlor recurso aarbitrageni.
44.5
0 exercicio dos poderes de fiscalizaçâo do cumprirnento da$ obrigaçôes resultantes
do Contrato nâo envolve qualquer responsabilidade da Entidade Gestora pelo
funicionamento do SIRESP, sendo todas as imperfeîçôes ou vfcios de concepçâo,
execuçâo ou funcionalidade do Sistema da exclusive responsabilidade da
Operadora, excepte na medida eam que tais imperfeiçdes ou vfcios resultemn do
cumprirnento de determinaçôes da Entidade Gestora contra as quais a Operadora
se tenha pronunciado.
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45 Gestar do ProJecto par parte dea Operadara

45.1
Na presente data, a Opemadora nomeou umn gestor de projecto, que serà o sets
representente e responsâvel perante a Entidade Gestora por todas as questôes
relativas à execuçâo téonica, custos e oalendarizaçâo do projecto.
45.2
A Operadora obriga-se a submeter à aprovaçào expresse da Entidade Gestora
todas as substltuiçdes que venhamn a ocorrer relativamnente ao gestor de projecto,
devendo a Operadora fornecer para o efeito, nas prapostas de nomeaçâo a
submeter à entidade adjudicante, o curtroulo detaihado do nomeado, bem somo
outros elementos que comprovem a idoneidade e competência téonica para a
realizaçâo do fomneoimento do serviço.
45.3
O gestor de projecto por parte da Operadora deverâ promover a realizaçâo de
reunlôes mensals com o gestor de projecto por parte da Entidade Gestora,
nomeado nos termos da CIàusula seguinte, para anéilse dos relatôrlos de serviço e

para quaisquer outras assuntos oula dlsoussào ou anÉJise tenha sido solicitada pela
Entidade Gestora au que interessemn àboa execuçào do Contrato.

46 Gestor do Projecto par parte dia Entidade Gestara

46.1
Além da fiscaIlzaçâo prevista na Clâusula 44, a Entidade Gestora deverà nomear
um gestor do projecto, no prazo de 30 «trinta) dias a contar do dia 301 de Junha de
2006.
46.2
O gestor do projecto par parte da Entidade Gestora deverâ acompanhar o
fomnecimento do serviço e a sua conformidade corn oestabelecido no Contrato, bem
como propar as medidas ou alteraçbes que repute necessârias e adequadas à
prossecuçào dos objectivas definidos cern acelebraçia do Contrato.
46.3
No mesmo prazo referido na Nûmero 46.1, a Entidade Gestora comunicaré à
Operadora as funçôes e competências do gestor do projecto por si nomeado e a
identidlade do seu substituto.
47 Relatérlo Anual

47.1
No prirneira trimestre de cada ano, a Operadora apresentarâ à Entidade Gestora
um relatôrlo respeitante ao ana anteriar, no quai seré prestadla circunstanciada
lnfarmaçâo sobre a actMvdade desenvolvida, iricluindo relatôrlo e contas auditadlas
pot auditor intemnacional.
47.2
Juntamente comn orelatàrio anual, aOperadora apresentaré projecçôes econômico-
financeiras, efectuadas; segundo o formata do Casa Base, explicitanda
pormenorizadamente os pressupostas assumidos.
47.3
O modale do Relatôria Anual deverà constar de um anexo 80 Manual de Operaçào
e Manuteniçâa.
48 Direltos de Propriedade Industriel

48.1
A Oparadora assegure que dispbe dos direftos necessârios à utilizaçia dos
equlparnentos e sistemas inerentes ao SIRESP, constantes do Anexo 5, incluindo
os decorrentes de marcas registadas, patentes, licenças ou autres direitos de
A06428974

38

 

48.2

48.3

49 Sigilo

49.1

49.2

49.3

-t)

49.4

49.5

49.6

49.7

A06428974

propriedade industrial ou intalectuai protegidos, devendo suportar todos os
anoargos associados.

Nos Contratos que estabeleça, a Operadora deverâ assegurar a transmissàa
aurtomética e sem qualquar encargo dos direitos referidos na Nûmero anterior para
a Enitidade Gestara em caso de exerccilo da opç4o raferida na Clàusula 10.

Casa a Entidlade Gestora soja domandada par, na exoouçào do Contralo, ter
infringido qualquer dos direitos moncionados no Nûmero anterior, a Operadora
dever4. Lndemnizà-Ia do valer de tadas e quaisquor quantias que, soja a que tftuto,
for, venha adespendor por esse fadao, par causas Imputâveis àOporadora.

AOperadara obriga-se a nào dîvulgar qualquer informaçào que obtenha em virtude
da execuçàa do Contrata, salvo às Entidades Financiadoras, seus assessores e

A Entidade Gestora poderé exigir medidas téonicas e organizacionaîs preventivas
da segurança e privacidade da înformaçâo par forma a garantir a sua total e
absoluta confidencialidade, nomeadamenta nos seguintes dom frits:

49.2.1 Acesso aos dados;
49.2.2 Defosa do contoûdo dos registos;
49.2.3 Acesso ao tratamento;
49.2.4 Difus5o de dados;
49.2.5 Actualizaç&o e eIimlnaçâo do dlados.
AOporadora obriga-se arn particular ecom acresoido zolo, anâo divulgar.
49.3.1 Aestrutura flsica elâgica do SIRESP;
49.3.2 Qualquer faiha na segurança dos sistemas inforrnâticos;
49m3. Dados eorganîzaçflo dos mesmos;

49.3.4 Quaisquer condiçôes operacionals de sagurança de funclanamento.
0 dever de sigila estabelecido nos termos dos NOrnaros anterlores mantérn-se apôs
a cessaçâo da vigência do Contrato.

Sem prejufza da responsabilidada civil e criminel a que houver lugar, o nâo
cumprimento, pela Operadora, do dever de sîgilo astabelecido nos termeos dos
Nûmeros anteriores desde que o mesmo Ihe soja imputével, confere à Entidade
Gestora adireito de oxigir uma indomnizaçào nos termes garais de direito.

Aresponsabllldade da Operadara f ica excluida naqueles casas arn que, par força
da loi, de uma ordem vinculativa ou de urna declsào judicial, a Operadora soja
farçada adivulgar informaçâa coberta por devar do sigilo.

A Operadora garantlrà que todos os sous trabaîhadores, sub-cantratados,
assessores, oonsultoras, Entidados Financiadoras e respectivas assassores e
cansultoros o, do uma maneira geral, todaes as entidades que tenhamn acasso aa

39

 

SIRESP, assumemn obrigaçôes de sigilo Idênticas ès constantes da presente

ClAusula.

50 Câpia do software

50.1
A Entîdade Gestora poderâ copier o software para efeitos de arqulvoi ou de
segurança.
50.2
Todas as côpias de arquivo ou de segurança estâo sujeitas ès disposiçbes deste
Contrato, e todos os titulos, marcas, direflos de autor ou outros dîreitos de
propriedade Industrial ou Intelectual protegidos deverào ser reproduzidos nas
referndes cOpias.
Capitulo ViII

finals

Dispaslçôes

51 Disposiçôes diversas

51.1
O nâo exerciclo ou o exerc[cio tardio ou paroial de qualquer direlto emergente do
Contrato para a Entidade Gestora nâo importa a renûncia a esse direlto nonm
impede oseu exercîclo posterior, nom constitul moratôria ou novaçâo.
51.2
Se, a qualquer momento, alguma des Clâusulas do Contrato vier a set julgede
invdlicia ou ineftcaz, tai invalidade ou ineflcàoîe nào afectarà a vaUidade ou a eflcàcia
das restantes Clàusulas, comprometendo-se as pantes a acordar, de boa-f4, urne
disposiçâo que substitua a Clàusula Invélida e que, tento quanto possivel, produza
efeitos equivalentes.
51.3
Este Contrato apenas poderà ser alterado mediante acordo expresso, por escrito,
de embas as partes.
51.4
Todas as comunicaçbes e qualquer dooumentaçào que saea produzida no àmbito do
Contrato deverâo ser efectuadas na lifngua portuguesa.
51.5
Todos os prazos previstos nos anexos ao presente Contreto oujo termo inicial
corresponde à data de assinatura do mesmo contar-se-âo a partir do dia 30 de
Junho de 2006.
52 Comnunlcaçôes

52.1
Todas as comun¶caçbes que, nos ierrnos do Contrato, hajam de ser teftes entre as
pantes serâo eficazes, quando enviadas por telefex, na data constante da
confirmaçâo de recepçâo que identifique o teletax destinatàrio e o momento do
envio; ou, quando remetides por carta registada com aviso de recepçào ou pot
protocolo, na data de recepçâo.
52.2
Os endereços de cada uma dos Partes, para efeitos de envio de correspondência
ou teletax serân os seguintes:
Entidade Gestora

GABINETE DE ESTUDOS E DE PLANEAMENTO DE INSTALAQÔES DO
MINISTÉRIO DAADMINISTRAÇÂO INTERNA

A06428974

40

 

NOC: Director
Marada; Rua Martens Ferrâo, n.9 il
1050-202 Llsboa
Fax: (+351) 213533409
Opemadom
SIRESP -GESTÂO DE RIEDES DIGriTAIS DE SEGURANQA EEMERGÊNCIA S.A.
NO: Dr. Pedro Rafasl Bonlfâclo Vitar
Morada: Av. Repûblica, n.1 53, 8.9 andar
1050-188 Lisboa
Fax: (+351) 217924809
52.3 Qualquer das partes poderà indicar outro endereço, para os efeitas previstos nos
Nûmeros anterlores, devendo comunicar à outra parte toi alteraçào e a data em que
amesrnia se verifîcarà, por qualquer dos mai08 referidos no NCimero 52.1.
53 Direlto aplicével
0 Contrata rege-se eserê Interpretado segundo aLei Portuguesa.
54 Resoluçia de diferendos
54.1 Todos os diferendos decorrentes do Contrato serâo resolvidos mediante discussbes
canduzidas de forma amigâvel ede acorda cern princfpios de boa lé.
.4
54.2 Sern prejuizo de outras prazos previstos no Contrata, caso nào exista acordo no
prazo de 50 (sessenta) dias a contar da comunicaçâo que umae das partes dirîja à
outra com vrista à resoluçâo amigâvel do litîglo, os diferendos serâo resolvîdas de
acordo com o Regulamento do Tribunal Arbitral do Centro de Arbitragemn Comercial
da Câmara de Comérclo e lndùstrla Portuguesa /Assaciaçào Comercial de Uisboa e
da Associaçào Comercial do Porto I Câmara de Comnérclo a Indûstria do Porto, por
um tribunal arbitral composto par très érbitros norneados nos termos desse
Regulamento.
54.3 Na faîte de acordo sobre o objecta do litîglo, compote ao tribunal arbitral fixar a
mesma, tendoe rn conta o pedido formulado pela parte demnandante e a defesa
deduzida pela demanSdada, incluindo eventuais excepçôes ou pedidos
recanvenclonais, ou quaisquer outras quest6es suscitadas nos articulados.
54.4 O tribunal arbitral julga segunda as regras do direito, portugués, nâo havendo
recurso da respective decisào.

54.5 No decurso da arbltragern, as partes permariecerào obrigadas ao cumprimento de
todas as suas obrigações contratuais.
Feito em Lisboa, em dois exemplares, aos 4 de Junho de 2006

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41

Pela ENTIDADE GESTORA
Eduardo Elisio Silva Peralta Felo
Director
Pela OPERADORA
Pedro Rafael Bonifacio Vitor
Presidente do Conseiho de Administraçâo
Manuel d’Ara
Administrador
e Lopo de Cavalho

 

 

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